Feira de Santana registra saldo negativo de emprego em janeiro de 2025
Por Hamurabi Dias | 28/02/2025 11:33 e atualizado em 28/02/2025
Foto: Divulgação/CDL
O município de Feira de Santana começou o ano de 2025 registrando saldo negativo de emprego, segundo dados – ainda não revisados – divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ferramenta do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), na última quarta-feira (26). O resultado apresentou a retração de 72 postos de trabalho.
Os dados ainda não sofreram revisão, o que pode aumentar ou diminuir o desempenho da cidade no mês analisado. O valor é resultado de 5.109 admissões contra 5.181 desligamentos. A ferramenta traz dados do emprego formal no Brasil, com registro em Carteira de Trabalho. Até janeiro de 2025, segundo o sistema, eram 140.900 trabalhadores feirenses com vínculos celetistas ativos, ou seja, trabalhando com CTPS assinada.
Na análise por setor da economia, a Construção registrou saldo empregatício positivo, foram 650 admitidos e 540 demitidos, com saldo de 110. A Agropecuária, com 23 contratações e 27 demissões, fechou com saldo negativo (- 4). Indústria, com 689 admissões e 698 demissões, também registrou saldo negativo (- 9), Comércio, com 1.403 admissões e 1.559 demissões, registrou saldo negativo (- 156) e Serviços, com 2.344 contratações e 2.357 desligamentos, encerrou o mês de janeiro com saldo negativo (- 13).
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Com relação as contratações em janeiro, das 5.109 admissões, 3.086 (60,4%) foram homens e 2.023 (39,5%) mulheres. 1.587 (31%) trabalhadores tinham entre 18 a 24 anos e 3.887 (76%) com ensino médio completo. Trabalhadores de serviços administrativos foi a ocupação que mais admitiu, com 1.579 novos contratados. Segundo o Caged, o salário nacional médio real de admissão em janeiro de 2025 foi de R$ 2.251,33. Comparado ao mês anterior, houve um aumento real de R$ + 89,02 no salário médio de admissão, uma variação em torno de + 4,12%.
Sobre as demissões em janeiro, dos 5.181 desligamentos, 3.075 (59,35%) foram homens e 2.106 (40,6%) mulheres. 1.593 (30,7%) trabalhadores demitidos tinham entre 30 a 39 anos, sendo 3.886 (75%) com ensino médio completo. Trabalhadores dos serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados foi a categoria de ocupação com mais demitidos, com 1.474 desligamentos.
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