Desemprego cai para 6,2% até maio e cresce número de trabalhadores com carteira assinada
Por Yasmin Mota | 27/06/2025 12:10 e atualizado em 27/06/2025
Foto: Divulgação
Resumo da notícia
- A taxa de desemprego no Brasil caiu para 6,2% no trimestre encerrado em maio, segundo a Pnad Contínua do IBGE. No trimestre anterior, era de 6,8%, e no mesmo período de 2024, 7,1%. O número de pessoas desocupadas caiu para 6,8 milhões — menor patamar desde 2014, segundo o IBGE.
- O Brasil bateu recorde no número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado: 39,8 milhões de pessoas. O crescimento foi de 0,5% em relação ao trimestre anterior e de 3,7% na comparação anual. O aumento da formalização contribuiu para a redução da taxa de desemprego.
- De acordo com o IBGE, o mercado de trabalho brasileiro vive seu melhor momento em uma década. A combinação entre aumento da ocupação, menor subutilização e maior número de vagas formais indica um mercado aquecido e em recuperação sustentada.
A taxa de desemprego brasileira desacelerou e atingiu 6,2% no trimestre encerrado em maio. Nos três meses anteriores, a taxa era de 6,8%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
O resultado também representa uma queda de 1 ponto percentual (p.p.) em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando a taxa era de 7,1%.
Ao todo, 6,8 milhões de pessoas estavam sem emprego no país. Esse número representa uma queda de 8,6% em comparação ao trimestre anterior, quando 7,5 milhões de pessoas estavam desocupadas. Em relação aos mesmos três meses de 2024 (7,8 milhões), a queda foi de 12,3%.
Segundo o analista da pesquisa do IBGE, William Kratochwill, o resultado da Pnad indica que o mercado de trabalho está no melhor patamar dos últimos dez anos.
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“Esse número de 6,8 milhões de pessoas desocupadas é algo próximo ao que tínhamos no final de 2014, inicio de 2015. Desde então, o mercado não esteve tão bem como está agora”, afirma Kratochwill.
Já o contingente de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu um novo recorde no trimestre encerrado em maio, com um total de 39,8 milhões de pessoas. O número, segundo o IBGE, representa uma alta de 0,5% em comparação ao trimestre anterior e um avanço de 3,7% em relação ao observado no mesmo período do ano anterior.
Segundo Kratochwill, os principais motivadores para a redução da taxa de desemprego foram o aumento do contingente de ocupados e as taxas de subutilização mais baixas.
“Assim, semelhante às divulgações anteriores, o mercado de trabalho se mostra aquecido, levando à redução da mão-de-obra mais qualificada disponível e ao aumento de vagas formais”, explica Kratochwill.
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