Presidente Lula pede prioridade no Congresso para acordo Mercosul-UE e fim da escala 6×1
Por Yasmin Mota | 02/02/2026 22:09 e atualizado em 02/02/2026
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Resumo da notícia
- Lula pediu urgência na tramitação do Acordo Mercosul–União Europeia, no fim da escala de trabalho 6x1 sem redução salarial e na regulação do trabalho por aplicativos.
- O presidente defendeu mais tempo de descanso para os trabalhadores e a proteção de categorias ligadas a aplicativos, evitando a precarização da mão de obra.
- Em discurso no STF, Lula destacou o combate ao crime organizado, elogiou operações contra crimes financeiros e reforçou a prioridade da PEC da Segurança e do PL Antifacção.
Em mensagem enviada ao Congresso nesta segunda-feira (2), o chefe do executivo do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou prioridade às pautas referentes ao Acordo Mercosul-União Europeia, ao fim da escala de trabalho 6×1 e à regulação dos trabalhos por aplicativo.
No trecho da mensagem, o presidente diz que o próximo desafio é o fim da escala 6×1, sem impactar no salário do trabalhador. “O tempo é um dos bens mais preciosos para o ser humano. Não é justo que uma pessoa trabalhe duro toda a semana e tenha apenas um dia para descansar o corpo e a mente e curtir a família”, diz.
Outra pauta defendida pelo presidente é a regulação do trabalho por aplicativos. Segundo ele, “é uma demanda importante das novas categorias profissionais, que não podem ter sua mão de obra precarizada e dependem de defesa institucional do Estado brasileiro para mediar melhores condições de trabalho.”
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Declaração foi feita no mesmo dia em que se iniciaram os trabalhos do judiciário, no Supremo Tribunal Federal (STF), onde o presidente também participou. Diferentemente de anos anteriores, Lula discursou na cerimônia.
Assim como na mensagem escrita para o Congresso, o presidente também falou no Supremo sobre o combate ao crime organizado com foco em seus financiadores, com elogio à operação que apurou crimes financeiros e lavagem de dinheiro envolvendo gestoras da Faria Lima. Além disso, ele destacou como prioridade, a aprovação da PEC da Segurança e do PL Antifacção, que, segundo ele, “endurece o combate ao crime organizado ao prever penas mais severas aos seus líderes e ao restringir a progressão de pena.”
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