Associação de juízes recorre de decisão do STF e pede flexibilização no teto de penduricalhos
Brasil

Associação de juízes recorre de decisão do STF e pede flexibilização no teto de penduricalhos

Associação de juízes recorre de decisão do STF e pede flexibilização no teto de penduricalhos Foto: Succo/Pixabay

Resumo da notícia

  • A Associação dos Juízes Federais do Brasil entrou com recurso no STF contra a decisão que limita o pagamento de gratificações e auxílios, os chamados “penduricalhos”, para magistrados, promotores e procuradores.
  • O Supremo Tribunal Federal definiu que os benefícios extras não podem ultrapassar 35% do salário dos ministros da Corte, fixando o rendimento máximo da categoria em R$ 62,5 mil por mês.
  • A Ajufe argumenta que auxílios assistenciais, como alimentação, maternidade e primeira infância, foram prejudicados e pede que o STF envie ao Congresso um projeto de reajuste salarial para a magistratura.

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) apresentou, nesta segunda-feira (18), um recurso contra a decisão unânime do Supremo Tribunal Federal (STF) que limitou o pagamento de gratificações e auxílios, conhecidos como “penduricalhos”, para a magistratura, membros do Ministério Público e outras carreiras do funcionalismo.

A entidade representativa contesta o impacto do corte sobre verbas de caráter assistencial e cobra o envio de um projeto de lei para reajustar o subsídio base da categoria.

O impasse jurídico decorre do julgamento finalizado pelo STF em 25 de março, quando os ministros estabeleceram que o somatório de todas as indenizações adicionais não pode ultrapassar o teto de 35% do subsídio mensal dos integrantes da Suprema Corte.

Com essa trava, o rendimento máximo somado de juízes, promotores e procuradores ficou limitado a R$ 62,5 mil por mês, sendo R$ 46,3 mil do teto constitucional e R$ 16,2 mil referentes ao limite máximo permitido para os auxílios.

✅📲 AQUI A NOTÍCIA CHEGA PRIMEIRO: Seu novo portal de notícias de Feira de Santana e região! Entre no nosso grupo do WhatsApp e receba as principais notícias na palma da mão!

>> Siga o perfil oficial do T Notícias no Instagram para mais informações.

No recurso protocolado, a Ajufe argumenta que verbas fundamentais, como o auxílio-alimentação e os auxílios de proteção à maternidade e à primeira infância, foram severamente prejudicadas pela nova regra de transição.

A associação defende que o Supremo, na condição de chefe do Poder Judiciário, encaminhe formalmente ao Congresso Nacional uma proposta de recomposição salarial e que o limitador de 35% não incida sobre verbas de natureza indenizatória estrita, tais como diárias, ajuda de custo, indenização de férias não gozadas, auxílio-moradia e auxílio-saúde.

Acompanhe nas redes sociais: Band FMJovem Pan FM e TransBrasil FM. Também estamos presentes no grupo do WhatsApp.

* Os comentários não representam a opinião do veículo de comunicação; a responsabilidade é do autor da mensagem.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor, recarregue a página.

Grupo Lomes de Comunicação Ouça a Rádio
Departamento do Ouvinte Podcast
No ar
Programação