Feira de Santana, 193 anos: uma história que também foi escrita nos coretos
Por Hamurabi Dias | 18/09/2026 19:43 e atualizado em 18/09/2026
Foto: Divulgação
Resumo da notícia
- Feira de Santana completa 193 anos nesta sexta-feira (18), com uma história marcada também pelas bandas de música que ocuparam os coretos e participaram de eventos culturais e religiosos da cidade.
- A Sociedade Filarmônica 25 de Março, fundada em 1868, será destaque em uma edição especial do Projeto Retreta, no dia 26 de setembro, às 19h, no Coreto da Praça da Matriz.
- A programação terá participação da Sociedade Filarmônica União Sanfelixta, de São Félix, além da exposição “Notas de um Tempo Antigo”, com fotografias sobre a história da música e da cultura de Feira de Santana.
Feira de Santana completa 193 anos nesta sexta-feira (18) com uma história que também pode ser contada pelas bandas de música que ocuparam seus coretos, acompanharam procissões, festas religiosas, celebrações cívicas, inaugurações e solenidades e fizeram das praças pontos de encontro de diferentes gerações.
Essa memória estará no centro da edição especial do Projeto Retreta marcada para 26 de setembro, às 19h, no Coreto da Praça da Matriz. A apresentação da centenária Sociedade Filarmônica 25 de Março, com participação da Sociedade Filarmônica União Sanfelixta, de São Félix, será uma homenagem ao aniversário da cidade.
Durante décadas, as tradicionais retretas transformaram coretos e praças em espaços de música e convivência. As filarmônicas não se limitavam às apresentações. Formavam músicos, transmitiam conhecimentos entre gerações e participavam diretamente da vida cultural e social da comunidade.
A Sociedade Filarmônica 25 de Março é parte dessa trajetória. Fundada em 1868, apenas 35 anos depois da emancipação política de Feira, a instituição centenária atravessou diferentes períodos da história do município e permanece em atividade, preservando um patrimônio musical e cultural construído ao longo de mais de um século e meio.
A homenagem preparada para setembro procura colocar novamente essa memória em circulação. Sob a regência do maestro Antônio Neves, o repertório reúne obras relacionadas à própria história musical feirense e também estabelece pontes com a tradição brasileira das bandas.
Uma delas chega por meio de Moacir Santos. No ano em que se comemora o centenário de nascimento de um dos grandes compositores e arranjadores brasileiros, o Retreta apresentará “Coisa nº 1”, com arranjo de Antonio Neves. A presença da obra lembra que a formação musical de Moacir Santos começou justamente no universo das bandas de música, em Pernambuco.
✅📲 AQUI A NOTÍCIA CHEGA PRIMEIRO: Seu novo portal de notícias de Feira de Santana e região! Entre no nosso grupo do WhatsApp e receba as principais notícias na palma da mão!
>> Siga o perfil oficial do T Notícias no Instagram para mais informações.
Assim, a história dos coretos de Feira se encontra com uma tradição que ultrapassou fronteiras e ajudou a formar importantes nomes da música brasileira.
A memória da cidade também será apresentada por meio da exposição “Notas de um Tempo Antigo: Imagens que Contam Histórias”, que reúne registros fotográficos que ajudam a contar a trajetória da música e da cultura em Feira de Santana, conectando passado e presente em um mesmo espaço.
A edição especial pelos 193 anos de Feira acontece dia 26 de setembro, às 19h, no Coreto da Praça da Matriz, reunindo a Sociedade Filarmônica 25 de Março e a Sociedade Filarmônica União Sanfelixta, de São Félix.
O Projeto Retreta é uma produção da Sociedade Filarmônica 25 de Março, realizado por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da Rede Menor Preço, DPC Distribuidora e Bartofil, apoio institucional da Fundação Senhor dos Passos e realização do Ministério da Cultura.
Acompanhe nas redes sociais: Band FM, Jovem Pan FM e TransBrasil FM. Também estamos presentes no grupo do WhatsApp.
leia também