50 anos da UEFS é celebrado na Câmara Municipal de Feira de Santana
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50 anos da UEFS é celebrado na Câmara Municipal de Feira de Santana

50 anos da UEFS é celebrado na Câmara Municipal de Feira de Santana Foto: Divulgação

Resumo da notícia

  • A Câmara Municipal de Feira de Santana realizou uma sessão especial para celebrar os 50 anos da UEFS, com homenagens a ex-reitores e à atual reitora, Amali de Angelis Mussi.
  • A universidade foi reconhecida por sua importância para Feira de Santana e para a Bahia, contribuindo para a formação de milhares de profissionais e para o desenvolvimento da educação e da pesquisa.
  • Fundada em 1976, a UEFS já formou mais de 30 mil estudantes e atualmente reúne mais de 10 mil alunos de graduação, quase 2.500 de pós-graduação e cerca de mil docentes.

Uma sessão especial aconteceu na última segunda-feira (10), na Câmara Municipal, para comemorar os 50 anos da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Na ocasião também houve a condecoração, com a Medalha Princesa do Sertão, aos ex-reitores da instituição: Anaci Bispo Paim, Evandro do Nascimento Silva, Geraldo Leite de Santana, José Onofre Gurjão Boavista da Cunha, José Carlos de Barreto Santana, Josué da Silva Mello, Yara Maria Cunha Pires e José Maria Nunes Marques (in memoriam) – representado por suas filhas Adriana e Luciana caribé Nunes Marques. Ainda, a atual reitora da universidade, Amali de Angelis Mussi, foi condecorada com a Medalha Olhos D’Água.

As homenagens e honrarias entregues durante a sessão solene atenderam aos Projetos de Decreto Legislativo nº 40/2026 e nº 45/2026, ambos de autoria da Mesa Diretora da Casa Legislativa e aprovados pela maioria dos parlamentares. O presidente da Câmara, vereador Marcos Lima (União Brasil), destacou a importância da UEFS, não só para Feira de Santana, mas para todo o Estado. “Trata-se de uma instituição que muito nos alegra e nos deixa honrados por todas as conquistas e por seus renomados cursos em todo o país. Parabenizo a Universidade pelos seus 50 anos e agradeço a todos vocês que ajudaram a UEFS a chegar no patamar que se encontra hoje”, declarou.

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RECONHECIMENTO DE UMA HISTÓRIA

Em seu discurso como palestrante da noite, a reitora da UEFS, Amali de Angelis Mussi, ressaltou que, quando uma cidade decide construir uma universidade pública, ela toma uma decisão que ultrapassa o seu próprio tempo. “Escolhe investir em pessoas que ainda não nasceram, em pesquisas que ainda não foram realizadas, em desafios que sequer são conhecidos. E esta é uma escolha que exige coragem, visão de futuro e, sobretudo, confiança de que o conhecimento é capaz de transformar uma sociedade”, disse.

Ela destacou, inclusive, que receber a homenagem da Câmara Municipal possui um significado muito especial para toda a comunidade da UEFS. “Não a recebemos apenas como uma distinção concedida a uma instituição que completa 50 anos, mas como o reconhecimento de uma história que começou muito antes da criação formal da Universidade e que pertence, antes de tudo, à própria sociedade feirense”, agradeceu.

Ainda em seu discurso, Amali Mussi ressaltou que, ao longo de cinco décadas, a universidade consolidou Feira de Santana como um dos principais polos de educação superior da Bahia. “Durante muitos anos, inclusive, foi a única universidade pública instalada no Município, formando milhares de profissionais que passaram a atuar em escolas, hospitais, empresas, órgãos públicos, centros de pesquisa e instituições de ensino espalhadas por todo o Estado”, enfatizou.

SOBRE A UEFS

Fundada em 31 de maio de 1976, a Universidade de Feira de Santana já formou mais de 30 mil estudantes até o momento. São quase mil docentes – entre efetivos e temporários; mais de 10 mil estudantes de graduação; quase 2.500 estudantes de pós-graduação; 99 servidoras e servidores de apoio técnico; cerca de 230 estagiários e 800 trabalhadores terceirizados. Ainda, são diversos convênios firmados com outras instituições do país – e até em nível internacional. Não se pode deixar de citar a existência dos movimentos estudantis e diretórios acadêmicos, que colaboram, através da crítica responsável, do debate e do diálogo – mesmo que com diferentes perspectivas – para o funcionamento e desenvolvimento da unidade pública, e em torno de um mesmo compromisso institucional.

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