Apontado como liderança de facção que atua na Bahia é transferido para presídio de segurança máxima
Por Hamurabi Dias | 20/04/2026 15:37 e atualizado em 20/04/2026
Foto: Divulgação/Ascom/PCBA
Resumo da notícia
- Apontado como liderança criminosa, Demilson Sales das Neves, o “Tutuca”, foi transferido do presídio de Bangu (RJ) para o Conjunto Penal de Serrinha (BA), onde ficará em regime de segurança máxima (RDD).
- Segundo a Polícia Civil da Bahia, ele exercia influência em atividades ilícitas como tráfico de drogas, extorsões e sequestros, especialmente em Salvador.
- A transferência busca interromper a comunicação com comparsas e reduzir sua atuação criminosa, enquanto as investigações seguem para identificar outros envolvidos.
Demilson Sales das Neves, o “Tutuca”, preso na comunidade de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, em uma ação conjunta entre as Polícias Civis da Bahia (PCBA) e do Rio de Janeiro, foi recambiado no sábado (18) do Conjunto Penitenciário de Bangu (RJ) para o Conjunto Penal de Serrinha, onde permanecerá sob Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), em unidade de segurança máxima. À época da prisão, em agosto de 2024, “Tutuca” era o “10 de Ouros” do Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA).
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O recambiamento é resultado de uma ação da Polícia Civil da Bahia, com atuação integrada do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) e da Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter). A liderança, que tem forte atuação em diversas localidades do estado, incluindo o bairro de Pernambués, é alvo de investigações do Denarc, que identificou sua influência direta nas atividades ilícitas do grupo criminoso.
Imagens por Divulgação/Ascom/PCBA
Foi constatado que Demilson Sales comandava o tráfico de drogas, praticava extorsões contra comerciantes locais e proprietários de provedores de internet na região de Pernambués, além de haver indícios de que ordenava crimes de extorsão mediante sequestro, incluindo o cometido contra três mulheres em um shopping de Salvador, em março deste ano.
O recambiamento da liderança para uma unidade de segurança máxima pretende interromper a comunicação do interno com comparsas, impedindo sua influência sobre diversos crimes na capital. As investigações do Denarc terão continuidade, com a finalidade de elucidar todos os crimes e identificar outros possíveis envolvidos.
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