Arquitetas de Feira de Santana assinam projeto que ressignifica espaço histórico no Pelourinho, em Salvador
Salvador

Arquitetas de Feira de Santana assinam projeto que ressignifica espaço histórico no Pelourinho, em Salvador

Arquitetas de Feira de Santana assinam projeto que ressignifica espaço histórico no Pelourinho, em Salvador Foto: Divulgação

Resumo da notícia

  • Arquitetas de Feira de Santana assinam projeto que transforma imóvel histórico no Pelourinho em centro de fotografia contemporânea chamado Pé de Cobra.
  • O edifício, que já funcionou como estrutura de controle urbano (“cadeia de costume”), foi adaptado sem apagar sua memória, conciliando passado e contemporaneidade.
  • O espaço passa a contar com áreas expositivas, biblioteca, ambientes de estudo e laboratório fotográfico, tornando-se um ponto de encontro para produção artística e reflexão cultural.

Um projeto arquitetônico ressignifica um espaço histórico no Pelourinho e dá forma ao novo centro de fotografia contemporânea em Salvador. Um imóvel histórico localizado na Rua do Bispo, ganha um novo significado cultural com a criação do espaço Pé de Cobra, iniciativa voltada à reflexão, produção e experimentação em artes visuais, com foco na fotografia contemporânea. Assinam o projeto Maria Accioly, arquiteta e urbanista e Marília Moraes, designer de interiores de Feira de Santana, que estão à frente do Studio Hygge Arquitetura.

A reabertura do edifício, que ao longo do século XX abrigou uma estrutura de controle de fiscalização urbana, a “cadeia de costume”, marca não apenas a ativação de um novo programa cultural na cidade, mas também um processo sensível de transformação arquitetônica.

Responsável pelo projeto de intervenção, o escritório parte do entendimento do espaço como um território de memória ativa. A proposta não busca apagar o passado, mas reinterpretá-lo, criando camadas onde história e contemporaneidade coexistem.

Foto: Divulgação

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“A arquitetura aqui não é cenário. Ela é meio. É o que permite que o espaço deixe de ser um lugar de controle e passe a ser um lugar de permanência, encontro e produção de pensamento”, explica o estúdio.

Antes e depois | Foto: Divulgação

A intervenção respeita a estrutura original do edifício, ao mesmo tempo em que introduz novos usos e fluxos capazes de sustentar a dinâmica do espaço: áreas expositivas, ambientes de estudo, biblioteca especializada e laboratório fotográfico. O projeto equilibra contenção formal e potência espacial, criando uma atmosfera que convida à pausa em meio à intensidade do Centro Histórico.

Mais do que abrigar exposições, o espaço se posiciona como um ponto de convergência entre imagem, cidade e narrativa e a arquitetura desempenha papel central nesse processo.

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