Alexandre de Moraes mantém prisão do general Walter Braga Netto
Política

Alexandre de Moraes mantém prisão do general Walter Braga Netto

Alexandre de Moraes mantém prisão do general Walter Braga Netto Foto: Isac Nóbrega/PR

Resumo da notícia

  • O ministro Alexandre de Moraes decidiu manter a prisão do general da reserva Walter Braga Netto, preso desde dezembro de 2024, por suspeita de envolvimento na tentativa de golpe de Estado para impedir a posse de Lula.
  • Moraes afirmou que há fortes indícios da participação do general na trama golpista e que sua liberdade representa risco à ordem pública e à aplicação da lei penal, conforme o artigo 312 do Código de Processo Penal.
  • A Polícia Federal apontou que Braga Netto tentou acessar dados sigilosos da delação de Mauro Cid; a defesa nega qualquer tentativa de obstrução das investigações.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira (6) manter a prisão do general Walter Braga Netto. 

General da reserva e vice na chapa de Jair Bolsonaro em 2022, o militar está preso em instalações do Exército no Rio de Janeiro desde dezembro do ano passado sob a acusação de obstruir a investigação sobre a tentativa de golpe de Estado no país para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na decisão, o ministro rejeitou pedido de soltura feito pela defesa e afirmou que há indícios da participação do general na tentativa de golpe de Estado durante o governo Bolsonaro.

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“Ressalto que estão presentes os requisitos do art. 312 [CPP] em relação a Walter Souza Braga Netto, o que justifica a manutenção da custódia cautelar para assegurar a aplicação da lei penal e resguardar a ordem pública, em face de perigo gerado pelo estado de liberdade do custodiado e dos fortes indícios da gravidade concreta dos delitos imputados”, decidiu Moraes.

Durante as investigações sobre a trama golpista, a Polícia Federal identificou que o general, réu por ser um dos principais articuladores do plano golpista, tentou obter dados sigilosos da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Após a prisão, a defesa negou que Braga Netto tenha obstruído as investigações. 

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