Anvisa proíbe venda de azeite, molho e polpa de fruta por irregularidades na composição
Por Yasmin Mota | 08/07/2025 08:36 e atualizado em 08/07/2025
Foto: Agência Brasil
Resumo da notícia
- A Anvisa proibiu a comercialização, fabricação, importação, propaganda e uso do azeite extravirgem da marca Vale dos Vinhedos. O produto teve origem considerada desconhecida e apresentou irregularidades em testes físico-químicos e de rotulagem, infringindo normas sanitárias.
- Lotes de polpa de morango (marca De Marchi), champignon em conserva (marca Imperador) e molho de alho (marca Qualitá) foram interditados por apresentarem problemas sanitários. Os motivos incluem presença de matérias estranhas e níveis elevados de dióxido de enxofre, um aditivo que pode provocar reações adversas.
- A agência recomenda que os consumidores suspendam o uso dos produtos afetados e entrem em contato com os fabricantes por meio dos canais de atendimento para esclarecimentos ou devoluções. As ações fazem parte de medidas preventivas de segurança alimentar.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de lotes de polpa de frutas, champignon e molho de alho, além da proibição total da comercialização de um azeite extravirgem, após a identificação de irregularidades sanitárias. As medidas constam em resolução publicada nesta segunda-feira (7) no Diário Oficial da União (DOU).
A decisão mais severa atinge o azeite extravirgem da marca Vale dos Vinhedos, que teve venda, fabricação, importação, propaganda e uso proibidos em todo o país. Segundo a Anvisa, o produto tem origem desconhecida e apresentou resultados insatisfatórios em testes físico-químicos e de rotulagem, descumprindo normas sanitárias.
Já o lote 09437-181 da polpa de morango da marca De Marchi, com validade até 1º de novembro de 2026, será recolhido após a detecção de “matérias estranhas” em laudo do Lacen de Santa Catarina.
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O champignon inteiro em conserva da marca Imperador, produzido pela Indústria e Comércio Nobre, também teve o lote 241023CHI (validade até outubro de 2026) retirado do mercado. A análise do Lacen do Distrito Federal apontou quantidade de dióxido de enxofre acima do permitido.
O mesmo problema foi encontrado no molho de alho da marca Qualitá, fabricado pela Sakura Nakaya Alimentos. O lote 29, com validade até janeiro de 2026, será recolhido por exceder o limite da substância, que pode causar reações adversas em pessoas sensíveis.
A Anvisa orienta consumidores que compraram os produtos a interromperem o uso e procurarem os canais de atendimento das empresas para devolução ou esclarecimentos.
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