Anvisa retira do mercado marcas de azeite, sal e chá com irregularidades na fabricação
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Anvisa retira do mercado marcas de azeite, sal e chá com irregularidades na fabricação

Anvisa retira do mercado marcas de azeite, sal e chá com irregularidades na fabricação Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Resumo da notícia

  • A Anvisa suspendeu a fabricação, venda, distribuição e consumo do azeite Ouro Negro, do sal do Himalaia Kinino e do "Chá do Milagre", por irregularidades que colocam em risco a saúde do consumidor.
  • O azeite Ouro Negro foi desclassificado por origem desconhecida e importadora com CNPJ suspenso. Já o sal do Himalaia Kinino teve 13 lotes suspensos por apresentar teor de iodo abaixo do permitido.
  • s ações fazem parte de fiscalizações da Anvisa para garantir a segurança alimentar no Brasil. Produtos com alegações terapêuticas não permitidas e composição inadequada foram alvo das proibições.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas medidas de restrição contra três produtos comercializados no Brasil: o azeite extra virgem Ouro Negro, o sal do Himalaia da marca Kinino e o “Chá do Milagre”.

As proibições foram divulgadas nesta segunda-feira (20) no Diário Oficial da União (DOU) e incluem a suspensão imediata da fabricação, venda, distribuição, divulgação e consumo dos itens.

As ações fazem parte de uma série de fiscalizações realizadas pela agência para garantir a segurança dos consumidores e a regularidade de produtos alimentícios no país. Segundo comunicado da agência, as irregularidades envolvem origem desconhecida, teor inadequado de minerais e alegações terapêuticas não permitidas.

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O azeite extra virgem Ouro Negro foi proibido em todo o território nacional após denúncia sobre a origem do produto. De acordo com a Anvisa, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) desclassificou o azeite por não haver comprovação de procedência.

O rótulo indicava que o item era importado pela Intralogística Distribuidora Concept Ltda., empresa que atualmente possui CNPJ suspenso na Receita Federal. Por esse motivo, o órgão determinou o recolhimento e a proibição total da comercialização, fabricação, importação, divulgação e consumo.

A segunda medida envolve o Sal do Himalaia Moído 500g, da marca Kinino, que teve 13 lotes suspensos após a própria fabricante, a H.L. do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda. Em que, foi identificado inconsistências no teor de iodo presente no produto.

Os testes realizados pelo Instituto Adolfo Lutz constataram níveis abaixo do exigido pela legislação brasileira. A deficiência de iodo pode causar problemas, como bócio, e impactar no desenvolvimento do feto durante a gestação, além de afetar funções metabólicas.

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