Artista plástico de Capim Grosso é premiado pela Academia Internacional de Arte Moderna de Roma
Por Hamurabi Dias | 30/07/2025 16:08 e atualizado em 30/07/2025
Foto: Divulgação
Resumo da notícia
- O artista baiano Eduardo Lima, de Capim Grosso, recebeu medalha de prata da Academia Internacional de Arte Moderna de Roma, durante a XIV Mostra Internacional – Jubileu de Roma 2025.
- Para o evento, ele apresentou a obra "Piedade", uma releitura da Pietà de Michelângelo, adaptada à realidade sertaneja, expressando dor, fé e esperança do povo nordestino.
- Ex-frentista, Eduardo superou desafios para se tornar um dos principais nomes da arte nordestina contemporânea, levando a cultura do Sertão baiano ao cenário internacional.
O artista plástico baiano Eduardo Lima, natural de Capim Grosso, foi condecorado com a medalha de prata pela Academia Internacional de Arte Moderna de Roma, na Itália. Reconhecido por retratar o Sertão baiano e o Nordeste brasileiro com cores vibrantes e uma estética marcada pela alegria, simplicidade e verdade, Eduardo vê sua trajetória ganhar destaque internacional. “Representar minha cidade, minha região e minhas raízes em um evento internacional é uma conquista imensa. É uma alegria levar a arte do Sertão para o mundo”, comemorou.
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A premiação aconteceu na Basílica Santa Maria in Montesantoum durante a XIV Mostra Internacional – Jubileu de Roma 2025, cerimônia de um dos eventos mais prestigiados do circuito artístico europeu. Para a ocasião, o artista criou uma obra inédita, intitulada “Piedade”, inspirada na célebre escultura Pietà, de Michelângelo. Na releitura, Eduardo transporta o sentimento de dor e fé da obra renascentista para a realidade do povo sertanejo, retratando com sensibilidade a resistência, a esperança e a força do homem nordestino. “Foi uma forma de homenagear a fé do nosso povo, que mesmo diante das dificuldades, nunca perde a esperança”, afirmou o artista.
Eduardo Lima tem uma trajetória marcada pela superação. Antes de se dedicar exclusivamente às artes, trabalhou como frentista. Foi com esforço e persistência que transformou o sonho de menino do Sertão em uma carreira sólida, conquistando admiradores dentro e fora do Brasil. Com mais esse reconhecimento internacional, Eduardo Lima reafirma seu papel como um dos expoentes da arte nordestina contemporânea, sendo porta-voz visual das cores, fé e beleza do povo do Sertão.
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