Autópsia indonésia conclui que turista brasileira morreu de hemorragia
Por Hamurabi Dias | 27/06/2025 12:44 e atualizado em 27/06/2025
Foto: Acervo pessoal
Resumo da notícia
- A autópsia apontou que Juliana Marins morreu por hemorragia interna causada por traumas e fraturas, ocorridos horas antes do resgate; morte por hipotermia foi descartada.
- Juliana caiu na cratera do vulcão Monte Rinjani, na Indonésia, no dia 21; acredita-se que ela tenha sobrevivido por até quatro dias antes de morrer.
- O pai da vítima, Manoel Marins, aguarda em Lombok a emissão do atestado de óbito para trazer o corpo da filha de volta ao Brasil.
A autópsia realizada por legistas na Indonésia concluiu que a turista brasileira Juliana Marins morreu em decorrência de hemorragia, provocada por danos a órgãos internos e fraturas ósseas. Segundo os legistas, os ferimentos foram provocados por traumas por contusão, ocorridos algumas horas antes do resgate do corpo.
Eles explicaram que depois do início da hemorragia, a morte levou menos de 20 minutos para ocorrer. A equipe também descartou morte por hipotermia, porque não há sinais de lesões teciduais nos dedos. O resultado final da autópsia, que ainda incluirá exames toxicológicos, deverá sair em duas semanas.
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Juliana Marins fazia uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia, no último sábado (21), quando caiu na cratera do vulcão. A brasileira esperou viva pelo resgate provavelmente por três ou quatro dias, mas quando as equipes de socorro chegaram até ela, constataram que já tinha morrido.
Na noite de quinta-feira (26), no horário do Brasil, o pai de Juliana, Manoel Marins, disse que ainda estava em Lombok, esperando pelo atestado de óbito para trazer o corpo da filha de volta.
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