Bahia abre vagas para programa Mais Médicos com cotas para grupos minoritários
Saúde

Bahia abre vagas para programa Mais Médicos com cotas para grupos minoritários

Bahia abre vagas para programa Mais Médicos com cotas para grupos minoritários Crédito: Jorge Jesus/bahia.ba

Com vistas à atenção primária de saúde, a Bahia inicia, nesta quarta-feira (17), o Módulo de Acolhimento dos Profissionais do Programa Mais Médicos, retomado em março do ano passado. Atualmente, o estado conta com 1.466 médicos oriundos do programa que atendem 355 municípios, conforme relata a secretária da Saúde (Sesab), Roberta Santana.

“A gente conseguiu atender 85% dos nossos municípios e [agora] é o momento de acolhimento, em que a gente faz a integração e apresentação dos dados de saúde da região. Houve um processo de formação realizada no início do ano, inclusive, sediamos o Nordeste”, explicou a titular da Sesab.

Durante o evento, que está sendo realizado no auditório da pasta, localizado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, também serão anunciadas novas vagas para o programa, assim como determina o novo Edital do Ministério da Saúde. As vacâncias serão ampliadas para inclusão de cotas para pessoas com deficiência e grupos étnico-raciais

“Dentro do novo programa lançado pela última vinda do nosso presidente Lula com a ministra, aqui foram liberadas mais 3.100 vagas, sendo aqui para a Bahia 246 e a novidade é que ela traz uma cota de 9% para deficiente e 20% para a cota étnica-racial. A gente fica muito feliz também com esse compromisso da inclusão e da equidade dentro do programa Mais Médicos que tanto se identifica com a comunidade que ele atua”, completou Roberta.

Mais Médicos em Salvador

Na capital baiana, o Programa Mais Médicos possui 80 profissionais focados na atuação básica da saúde. Questionada sobre a integração entre a cidade e o governo estadual, a secretária Roberta Santana afirmou que “independente de questões políticas, a gente vem estreitando essa parceria”. Na oportunidade, a titular da Sesab ainda reforça para a necessidade de um esforço maior na política de saúde da capital baiana.

“Há uma parceria do governo federal com todo e qualquer município. […]. A maior prova disso é quando a gente aloca seja investimento ou recursos nesse município. Então, o que o governo do estado vem fazendo e o que eu sinto falta [em Salvador] é de uma política estruturada e sistematizada. Dentro dessa perspectiva, a gente o que a gente quer cada vez mais fortalecer a parceria com os municípios. [Porque] onde a atenção primária é mais baixa, o número de internamento é mais elevado [os dados mostram isso]”, ressaltou Santana.

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