Caso Léo Lanches: Policial é presa após investigação apontar arma usada no crime
Por Yasmin Mota | 05/08/2026 10:40 e atualizado em 05/08/2026
Foto: Reprodução / Redes sociais
Resumo da notícia
- Uma policial militar teve o mandado de prisão temporária cumprido, em Salvador, por suspeita de participação na morte do comerciante Leonardo Gil Lima, conhecido como "Léo Lanches".
- A Polícia Civil analisou imagens de câmeras corporais, ouviu testemunhas e realizou perícias que identificaram a arma usada no disparo que matou a vítima.
- A soldado foi encaminhada para uma unidade prisional militar e as investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a possível participação de outras pessoas.
Uma policial militar investigada por participação no homicídio do comerciante Leonardo Gil Lima, conhecido como “Léo Lanches”, teve o mandado de prisão cumprido nesta terça-feira (4), no bairro da Pituba, em Salvador. A ação foi realizada de forma integrada pelas Polícias Civil e Militar.
Leonardo, de 33 anos, foi morto a tiros no dia 23 de julho, na Rua Lessa Ribeiro, no bairro de São Cristóvão, durante uma ação da Polícia Militar na região. O vendedor de lanches chegou a ser socorrido para uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos.
As investigações foram conduzidas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), por meio da 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), com apoio da Agência de Inteligência do departamento. Durante a apuração, as equipes realizaram diligências, ouviram testemunhas, analisaram imagens de câmeras corporais e solicitaram perícias para esclarecer as circunstâncias do crime.
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Segundo a Polícia Civil, a análise dos materiais coletados, juntamente com o laudo pericial do Departamento de Polícia Técnica (DPT), permitiu identificar a arma responsável pelo disparo que matou o comerciante. Com base nos elementos reunidos, a prisão temporária da investigada foi solicitada e autorizada pela Justiça, após parecer favorável do Ministério Público.
A soldado foi apresentada na sede do DHPP, onde passou pelos procedimentos legais e será encaminhada para uma unidade prisional militar, ficando à disposição do Poder Judiciário. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do homicídio, a motivação e a possível participação de outros envolvidos.
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