Ciro Gomes descarta presidência e concorre ao governo do Ceará
Por Yasmin Mota | 12/05/2026 15:01 e atualizado em 12/05/2026
Foto: Thiago Gadelha/SVM
Resumo da notícia
- Ciro Gomes decidiu não disputar a Presidência da República em 2026 e confirmou que pretende concorrer ao governo do Ceará.
- O ex-ministro afirmou que desejava ser uma alternativa à polarização política nacional, mas optou por priorizar a disputa estadual.
- O PSDB, por meio de Aécio Neves, destacou a importância de uma possível vitória de Ciro no Ceará e informou que seguirá debatendo alternativas políticas para o país.
O ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PSDB) decidiu que não será candidato à Presidência da República em 2026. Segundo ele, o anúncio oficial de sua candidatura ao governo do Ceará será feito em 16 de maio, sábado.
Durante participação no Fórum Otimista Brasil 2026, organizado pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), Ciro afirmou que, “apesar do amor pelo Brasil”, desta vez pesou mais a decisão de disputar o comando do Ceará. No evento, o ex-governador discursou sobre a atual situação política e social do país.
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“Queria ser uma opção para essa polarização, mas pendi para o Ceará.”
Em nota, o presidente do PSDB, Aécio Neves, afirmou que a sigla reconhece a importância de uma vitória para Ciro no Ceará.
“O PSDB continuará debatendo, inclusive com a participação de Ciro Gomes, do Senador Tasso Jereissati e de outras lideranças partidárias, alternativas para o Brasil nesse momento em que a polarização e o radicalismo vêm impedindo a apresentação de um projeto consistente de retomada do desenvolvimento econômico e social do país”, diz o texto.
Ciro Gomes já disputou a Presidência da República em quatro eleições. Em 2022, teve o pior desempenho eleitoral da carreira ao terminar a disputa em quarto lugar, com cerca de 3% dos votos válidos, quando concorreu pelo PDT.
Após retornar recentemente ao PSDB, Ciro afirmou que avaliaria o convite feito pela legenda para concorrer novamente ao Palácio do Planalto. “Eu me obrigo, por respeito, a pensar e amadurecer o assunto, e devo no fim da primeira quinzena de maio tomar essa decisão”, disse à época.
O convite partiu de Aécio Neves. O ex-governador afirmou ter recebido a proposta “com surpresa e alegria”, mas decidiu recusar.
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