Comissão da Assembleia Legislativa aprova reunião para analisar prisão do deputado Binho Galinha
Por Yasmin Mota | 08/10/2025 09:50 e atualizado em 08/10/2025
Foto: Neuza Costa Menezes/Agência ALBA
Resumo da notícia
- A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia marcou uma reunião extraordinária para esta quarta (8), às 10h, para iniciar a análise da decisão judicial que levou à prisão do deputado Binho Galinha (PRD).
- O ofício que originou a convocação foi enviado pela juíza Márcia Simões Costa e apresenta os fundamentos da prisão, ocorrida no contexto da operação “Estado Atômico”, um desdobramento da “El Patrón”.
- O deputado é suspeito de liderar uma organização criminosa envolvida em diversos crimes, como lavagem de dinheiro, agiotagem, tráfico de drogas, jogo do bicho, e obstrução de justiça. Ele se entregou voluntariamente ao Ministério Público da Bahia.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) aprovou a convocação para uma reunião extraordinária dedicada ao início da apreciação da decisão judicial que resultou na prisão do deputado Binho Galinha (PRD).
A referida reunião está marcada para esta quarta-feira (8), às 10h. O colegiado atendeu ao ofício nº 976/2025, enviado pela Presidência da ALBA. Originário de Feira de Santana, o documento foi remetido pela juíza de direito Márcia Simões Costa e contém a decisão proferida nos autos de inquérito policial.
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O deputado Binho Galinha foi preso no âmbito da ‘Operação Estado Atômico’, deflagrada na última quarta-feira (1), um desdobramento da ‘Operação El Patrón’, iniciada em dezembro de 2023. O político se entregou acompanhado de advogados na sede do Ministério Público da Bahia em Feira de Santana na última sexta-feira (3) para o cumprimento do mandado de prisão preventiva.
Segundo a investigação, decorente da operação do MPBA, Binho Galinha é suspeito de liderar uma organização criminosa, responsável por delitos como lavagem de dinheiro, obstrução da justiça, jogo do bicho, agiotagem, receptação qualificada, comércio ilegal de armas, usurpação de função pública, embaraço a investigações e tráfico de drogas.
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