Em 2023, totais de indústrias e empregados no setor seguiram em alta na Bahia, segundo IBGE
Bahia

Em 2023, totais de indústrias e empregados no setor seguiram em alta na Bahia, segundo IBGE

Em 2023, totais de indústrias e empregados no setor seguiram em alta na Bahia, segundo IBGE Foto: Divulgação

Resumo da notícia

  • Em 2023, a Bahia registrou aumento no número de unidades industriais (6.507, +5% em relação a 2022) e no emprego no setor, atingindo o maior número de pessoas ocupadas em 16 anos (252.585).
  • Apesar do crescimento em unidades e emprego, houve queda de 8,4% no valor da transformação industrial (VTI), refletindo uma redução na contribuição da indústria para o PIB estadual, que caiu para a 8ª posição nacional.
  • A Bahia mantém liderança no Norte-Nordeste em número de unidades industriais, mas o Brasil teve aumento geral no setor, com São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais liderando o valor gerado pela indústria no país.

Em 2023, o tamanho do setor industrial cresceu na Bahia, pelo quarto ano consecutivo, com aumento no número de unidades locais de empresas industriais, que atingiu um novo recorde na série histórica da Pesquisa Industrial Anual do IBGE (PIA-Empresa), iniciada em 2007. Além disso, o total de pessoas ocupadas aumentou pelo terceiro ano consecutivo e também chegou ao seu maior patamar em 16 anos.

Entretanto, no período, houve um segundo recuo nominal (sem considerar o fator preços) consecutivo no valor gerado pela indústria baiana (uma aproximação da contribuição do setor para o PIB do estado).

Em 2023, estavam ativas, na Bahia, 6.507 unidades locais de empresas industriais com 5 ou mais pessoas ocupadas, um número 5,0% maior do que em 2022 (6.189), o que representou mais 309 unidades industriais em um ano.

A Bahia manteve o 8º maior número de unidades locais de empresas industriais do país, sustentando a liderança no Norte-Nordeste. O estado respondia por 3,1% das 209.252 unidades locais de empresas industriais com 5 ou mais pessoas ocupadas no Brasil. São Paulo (61.380 ou 29,3% das unidades locais industriais brasileiras), Minas Gerais (25.904 ou 12,4%) e Santa Catarina (21.133 ou 10,1%) lideravam.

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No país como um todo, também houve aumento no número de unidades locais industriais entre 2022 e 2023, de 194.965 para 209.252 (+7,3% ou mais 14.287 em números absolutos), com altas em 26 das 27 unidades da Federação. Espírito Santo foi a única a ter redução (-251 unidades locais de empresas industriais ou -6,6%).

As unidades fabris em atividade na Bahia, em 2023, empregavam 252.585 pessoas, um contingente 1,6% maior (mais 3.900 trabalhadores) do que em 2022 (248.685 pessoas ocupadas). Foi o terceiro crescimento consecutivo no emprego industrial no estado, que chegou ao ponto mais alto em 16 anos de série histórica (desde 2007).

No país como um todo, o número de pessoas empregadas nas unidades locais industriais cresceu 2,9% entre 2022 e 2023, de 7,779 milhões para 8,007 milhões de pessoas (mais 228.470). Houve alta em 24 dos 27 estados.

Apesar do aumento do número de empresas, de 2022 para 2023 o valor da transformação industrial (VTI), ou seja, o valor líquido gerado pelas unidades locais industriais, descontados os custos de produção (uma aproximação do valor agregado pela indústria ao PIB), teve a sua segunda queda nominal (sem descontar a variação de preços no período) consecutiva na Bahia.

A indústria baiana gerou um VTI de R$ 65,024 bilhões em 2023, 8,4% menor do que no ano anterior (menos R$ 5,942 bilhões).

Com essa retração, a Bahia caiu uma posição, voltando a ter o 8º maior valor de transformação industrial do país, posto que ocupou entre 2019 e 2021, superada pelo Amazonas. Em 2022, a Bahia tinha subido para a 7ª posição, onde já havia estado entre 2009 e 2018. A indústria baiana respondia, em 2023, por 2,8% do valor gerado pelo setor nacionalmente, que foi de R$ 2,363 trilhões, 3,1% inferior ao de 2022.

Em 2023, São Paulo seguiu com o maior VTI entre os estados, posto que detém desde o início da série da Pesquisa Industrial Anual, respondendo por pouco mais de um terço do total gerado pelas unidades locais industriais em atividade no Brasil (34,4% do total ou R$ 813,253 bilhões). Em seguida vinham Rio de Janeiro (13,0% do VTI nacional, ou R$ 306,275 bilhões) e Minas Gerais (11,4%, ou R$ 269,865 bilhões).

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