Família com três aprovados no CNU é alvo da Polícia Federal por suspeita de fraude
Por Yasmin Mota | 08/10/2025 11:20 e atualizado em 08/10/2025
Foto: PF/Divulgação
Resumo da notícia
- A aprovação de três membros da mesma família para o cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho levantou suspeitas e levou a Polícia Federal a investigar um esquema de fraudes em concursos públicos.
- Segundo o MPF, o grupo criminoso usava métodos como ponto eletrônico, acesso prévio às provas e falsificação de documentos para beneficiar candidatos.
- Na operação “Última Fase”, três pessoas foram presas, incluindo o ex-PM Wanderlan Limeira, apontado como líder do esquema. Outros seis candidatos com gabaritos idênticos também são investigados.
A aprovação de três membros da mesma família, de Patos (PB), para o cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho no Concurso Nacional Unificado (CNU) de 2024 levantou suspeitas e motivou a Polícia Federal a iniciar uma investigação sobre um esquema de fraudes em concursos públicos. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o grupo criminoso cobrava até R$ 500 mil para garantir a aprovação de candidatos.
Segundo o jornal Folha de SP, a fraude envolvia métodos sofisticados, como acesso antecipado às provas, uso de ponto eletrônico para envio de respostas e até falsificação de documentos para que terceiros realizassem as provas no lugar dos inscritos. Na operação “Última Fase”, deflagrada na semana passada, três pessoas foram presas.
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Entre os investigados está o ex-policial militar Wanderlan Limeira de Sousa, apontado como um dos líderes do esquema. Ele, um irmão e uma sobrinha estão entre os aprovados no concurso para o cargo de AFT, que tem salário inicial de R$ 22,9 mil. Outros seis candidatos também são investigados por apresentarem gabaritos idênticos aos da organização criminosa.
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