Feira de Santana reforça combate à dengue com instalação de ovitrampas
Por Yasmin Mota | 28/04/2026 12:42 e atualizado em 28/04/2026
Foto: Renata Leite
Resumo da notícia
- O Centro de Endemias de Feira de Santana realizou, nesta terça-feira (28), reunião com agentes de combate às endemias para alinhar a instalação de ovitrampas no município.
- As ovitrampas são dispositivos que monitoram a presença e reprodução do Aedes aegypti, ajudando a identificar áreas com maior infestação e orientar ações contra dengue, zika e chikungunya.
- Segundo levantamento epidemiológico, entre 70% e 80% do território de Feira é considerado área quente. Os equipamentos serão instalados inicialmente nesses locais e monitorados por seis meses.
O Centro de Endemias de Feira de Santana realizou, na manhã desta terça-feira (28), uma reunião com agentes de combate às endemias para alinhar a instalação de ovitrampas no município. A iniciativa integra um conjunto de ações estratégicas voltadas ao controle da proliferação do Aedes aegypti.
Este foi o segundo encontro sobre o tema — desta vez com outros grupos de agentes — ampliando o alcance da capacitação e garantindo a padronização das ações em campo.
De acordo com a coordenadora de Endemias, Priscila Soares, a reunião teve como objetivo orientar os profissionais e esclarecer dúvidas sobre a implantação e o uso da tecnologia no enfrentamento às arboviroses.
As ovitrampas são dispositivos utilizados para monitorar a presença e a reprodução do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, permitindo identificar áreas com maior circulação do vetor e direcionar as ações de combate.
“Precisamos trabalhar de forma integrada com as ferramentas disponíveis. As ovitrampas são fundamentais para evitar que Feira enfrente um surto epidêmico de dengue”, destacou a coordenadora.
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O município foi dividido em áreas específicas, com definição de bairros prioritários para a instalação dos equipamentos. Segundo levantamento epidemiológico realizado em parceria com o Estado, entre 70% e 80% do território de Feira de Santana é classificado como “área quente”, ou seja, regiões com maior infestação do mosquito.
Nessas localidades, as ovitrampas serão instaladas inicialmente e monitoradas por um período de seis meses. A cada sete dias será feita a substituição das paletas e, no período de 15 dias será analisado os dados coletados, possibilitando a adoção de estratégias complementares, como bloqueios, borrifação intradomiciliar e ações perifocal e focal.
“Os agentes de combate às endemias serão responsáveis pela instalação e monitoramento das ovitrampas, fortalecendo nossas ações de vigilância e contribuindo para a redução dos casos da doença no município”, pontuou.
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