Feira de Santana reforça pauta por universidade federal durante Missão Brasília
Por Dandara Barreto e Hamurabi Dias | 17/09/2025 17:18 e atualizado em 17/09/2025
Foto: Reprodução de vídeo
Resumo da notícia
- Durante a Missão Brasília, Feira de Santana reforçou a pauta pela criação de uma universidade federal autônoma na cidade, com apoio de representantes políticos, empresariais e sociais.
- O professor Josué Mello destacou que a instituição será crucial para o desenvolvimento da região, preparando a juventude para o século XXI e atuando como alavanca para o Nordeste brasileiro.
- A mobilização busca ampliar a oferta de cursos e consolidar Feira de Santana como polo científico, tecnológico e cultural, complementando instituições existentes como UEFS e CETENS/UFRB.
Feira de Santana voltou a ocupar espaço no cenário nacional com a defesa da criação de uma universidade federal autônoma na cidade. A proposta foi reforçada durante a Missão Brasília nesta quarta-feira (17), que reúne representantes políticos, empresariais e de movimentos sociais em torno de demandas estruturantes para o município.
O professor Josué Mello, ex-reitor da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e fundador do Serviço de Integração de Migrantes (SIM), destacou que a instalação de uma instituição autônoma é fundamental para o futuro da região. “Feira de Santana é o coração popular do Brasil. De Feira pulsa o coração do Brasil, do Nordeste e do Sertão. E para que esse coração possa pulsar mais forte, ela carece de uma universidade federal autônoma, inclusiva, moderna, para preparar a juventude para viver no século XXI”, afirmou.
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Segundo ele, a criação da universidade não deve ser vista apenas como uma pauta local, mas como um passo estratégico para todo o país. “Uma universidade colocada em Feira de Santana será a alavanca do desenvolvimento de toda aquela região e do Nordeste brasileiro”, disse.
Atualmente, o município conta com instituições de ensino superior público como a UEFS e o Centro de Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (CETENS) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) mas a mobilização busca ampliar a oferta de cursos e consolidar Feira como polo científico, tecnológico e cultural.
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