Fórum Econômico Mundial: Donald Trump lança em Davos Conselho de Paz criado por ele
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Fórum Econômico Mundial: Donald Trump lança em Davos Conselho de Paz criado por ele

Fórum Econômico Mundial: Donald Trump lança em Davos Conselho de Paz criado por ele Foto: World Economic Forum/Valeriano Di Domenico

Resumo da notícia

  • Donald Trump lançou em Davos um Conselho de Paz criado por ele, com o objetivo declarado de pacificar e reconstruir Gaza, podendo atuar também em outros conflitos.
  • Apesar de Trump afirmar apoio de 59 países, apenas 22 confirmaram oficialmente participação; várias nações, como Reino Unido, França e Suécia, já recusaram, e o Brasil ainda não respondeu.
  • O conselho não tem legitimidade internacional clara, terá mandato de três anos e prevê que países interessados em uma cadeira permanente paguem US$ 1 bilhão, sob gestão do próprio Trump.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente o seu Conselho de Paz, que busca, segundo ele, pacificar e reconstruir Gaza. O lançamento ocorreu no Fórum Econômico de Davos, na Suíça.

Em seu discurso, na manhã desta quinta-feira (22), o norte-americano disse que “todo mundo quer fazer parte do Conselho de Paz”. No entanto, vários países convidados, inclusive o Brasil, ainda não responderam ao convite de Trump. Noruega, Suécia, França, Eslovênia e Reino Unido já anunciaram que não devem se juntar ao grupo.

Segundo Trump, 59 países já estão alinhados para participar deste seu grupo mas, oficialmente, apenas 22 nações se comprometeram com o grupo criado pelo presidente norte-americano. São eles: Arábia Saudita, Argentina, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Belarus, Catar, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Kuwait, Marrocos, Paraguai, Turquia, Uzbequistão e Vietnã.

Idealizado, criado e presidido por Trump, o conselho não tem clara a sua real legitimidade para propor e executar qualquer medida de paz em terras estrangeiras. Foi criado, segundo o presidente estadunidense, para tratar das questões de Gaza, mas ele afirmou que o conselho poderá atuar em outros assuntos mundiais.

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Ele criticou a ONU, mas afirmou que seu grupo pretende trabalhar com o órgão. “Quando esse conselho estiver completamente formado, poderemos fazer praticamente tudo o que quisermos. E faremos isso em conjunto com as Nações Unidas”.

Após sua fala, Trump assinou um documento criando formalmente o Conselho de Paz. Junto dele estavam outros líderes como o presidente argentino Javier Milei; o primeiro-ministro da Hungria Viktor Orbán; Prabowo Subianto, presidente da Indonésia e Ilham Aliye, presidente do Azerbaijão.

Os países convidados, caso aceitem, terão três anos de mandato. Para ter uma cadeira permanente no Conselho de Paz de Trump, os interessados terão de pagar US$ 1 bilhão, fundo que será administrado exclusivamente pelo norte-americano.

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