Garçom diz que foi agredido por turista após cobrar pelo uso de cadeiras em Porto de Galinhas
Por Yasmin Mota | 31/12/2025 10:15 e atualizado em 31/12/2025
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Resumo da notícia
- Garçom Erivaldo dos Santos afirma que foi agredido por um turista ao cobrar R$ 80 pelo aluguel de três cadeiras e um guarda-sol em Porto de Galinhas, relatando um golpe de mata-leão durante a confusão.
- Segundo ele, após um desentendimento na cobrança, foi empurrado, caiu no chão, sofreu ferimentos nas costas e chegou a desmaiar por instantes; barraqueiros se aproximaram para ajudá-lo.
- O casal de empresários nega a versão dos barraqueiros; a barraca informa que há cobrança sem consumo e diz que os turistas consumiram apenas duas águas de coco.
Um dos garçons que atendeu o casal de turistas agredido em Porto de Galinhas, no Grande Recife, disse que foi atacado por um dos clientes no momento em que foi cobrar R$ 80 pelo aluguel de três cadeiras e um guarda-sol. Segundo ele, o turista aplicou um golpe de mata-leão durante a confusão.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Erivaldo dos Santos afirmou que não fez o atendimento inicial do casal, mas foi até eles para realizar a cobrança. Ele contou que, ao mostrar o cardápio com os valores, o turista deu um tapa no objeto e acabou encostando nele. Após um empurrão, os dois turistas teriam partido para cima dele, fazendo com que caísse de costas no chão.
De acordo com o garçom, ao vê-lo caído, outros barraqueiros se aproximaram para ajudá-lo, e foi nesse momento que as agressões contra os turistas começaram. Erivaldo disse que ficou com ferimentos nas costas e chegou a apagar por alguns instantes após a queda.
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Já o casal de empresários publicou um vídeo dizendo que a versão apresentada pelos barraqueiros não é verdadeira e negou que estivesse alterado.
Na Barraca da Maura, onde a confusão começou, o cardápio informa que há cobrança pelo uso das cadeiras e do guarda-sol caso não haja consumo de petiscos. O valor é de R$ 20 por cadeira e R$ 20 pelo guarda-sol, totalizando R$ 80. Segundo um dos barraqueiros, os turistas passaram o dia no local e consumiram apenas duas águas de coco.
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