Governo federal lança bolsa para estudantes de medicina de baixa renda
Por Yasmin Mota | 24/09/2025 06:05 e atualizado em 24/09/2025
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Resumo da notícia
- Jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica, inscritos no CadÚnico e com renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo (R$ 2.277 em 2025). Para cursos de medicina particulares, é necessário ser bolsista integral da instituição. Estudantes que já concluíram curso superior ou recebem Bolsa Permanência das universidades federais não podem participar.
- As inscrições ocorrem via Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP) com conta Gov.br e envio de documentação. A seleção é feita pelas instituições de ensino, com prioridade a alunos de menor renda e oriundos de escola pública. O valor da bolsa será de no mínimo R$ 700, pago mensalmente após homologação da situação acadêmica.
- A bolsa pode ser suspensa por motivos como trancamento, perda da bolsa integral, troca de curso ou baixo desempenho acadêmico. O programa busca reduzir a evasão em cursos de medicina, ampliar o acesso de estudantes de baixa renda e fortalecer o Programa Mais Médicos.
O governo federal lançou uma bolsa voltada a jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica, inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e com renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo (R$ 2.277 em 2025). Nos cursos particulares de medicina, é exigido que o estudante seja bolsista integral da própria faculdade.
Não podem participar candidatos que já tenham concluído outro curso superior ou recebam a Bolsa Permanência das universidades federais. As inscrições devem ser feitas no Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP) por meio de conta no Gov.br, com envio de documentos de renda e matrícula, além da assinatura de termo de compromisso.
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A seleção ficará a cargo das instituições de ensino superior, dando prioridade a estudantes de menor renda e que tenham cursado escola pública. Nas universidades federais, terão preferência alunos que ingressaram por cotas de vulnerabilidade social.
O valor da bolsa será definido pelo MEC e pelo FNDE, não podendo ser inferior a R$ 700, e o pagamento será feito após a homologação mensal da situação acadêmica pelo curso. O benefício pode ser acumulado com outros auxílios, desde que a soma não ultrapasse 1,5 salário mínimo.
A bolsa pode ser suspensa em casos de trancamento de matrícula, perda da bolsa integral, troca de curso, baixo rendimento acadêmico (menos de 75% de aprovação nas disciplinas) ou ultrapassagem do prazo máximo do curso.
O objetivo da iniciativa é reduzir a evasão, ampliar o acesso de estudantes de baixa renda à medicina e fortalecer o Programa Mais Médicos, que leva profissionais a regiões prioritárias do país e promove a formação e qualificação médica em parceria com instituições de ensino. Na Bahia, programas similares, como o Medi+, cumprem função equivalente em Salvador.
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