Jerônimo Rodrigues nega vínculo político com Banco Master e diz: “Não respondo pelo PT”
Política

Jerônimo Rodrigues nega vínculo político com Banco Master e diz: “Não respondo pelo PT”

Jerônimo Rodrigues nega vínculo político com Banco Master e diz: “Não respondo pelo PT” Foto: Divulgação/PT

Resumo da notícia

  • Jerônimo Rodrigues negou vínculo político com o Banco Master, alvo de investigações, e afirmou falar como governador, não em nome do PT.
  • Segundo o governador, os pagamentos não envolvem recursos públicos, mas contratos de crédito consignado firmados individualmente por servidores estaduais.
  • O governo continuará fazendo os repasses por determinação judicial, mesmo com as investigações sobre o banco. Jerônimo disse não saber o valor ainda devido e prometeu informar posteriormente.

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), negou nesta terça-feira (1º) ter vínculo político com o Banco Master, que é alvo de investigações. Ao comentar o caso, ele também afirmou que não fala em nome do Partido dos Trabalhadores, mas do governo do Estado. “Não respondo pelo PT, estou aqui respondendo pelo governo do estado”, afirmou Jerônimo.

Segundo o governador, os pagamentos relacionados ao Banco Master não utilizam recursos públicos. De acordo com ele, os valores são referentes a contratos de crédito consignado firmados individualmente por servidores públicos.

Jerônimo explicou que o governo da Bahia apenas realiza os repasses em cumprimento a determinações judiciais. “Não fiz recurso de repasse público, não é recurso do Estado. São recursos privados dos servidores”, declarou.

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Questionado se o Estado continuará realizando os pagamentos ao Banco Master mesmo diante das investigações envolvendo a instituição, o governador afirmou que seguirá cumprindo as decisões judiciais. “Vou continuar pagando por ordem judicial”, disse.

Jerônimo também afirmou não saber qual é o valor acumulado que ainda precisa ser pago ao Banco Master, mas se comprometeu a encaminhar posteriormente a informação.

O governador voltou a destacar que os pagamentos estão relacionados aos contratos de consignado firmados pelos próprios servidores. “Continuarei pagando porque não é recurso público, é contrato de cada servidor público que fez um consignado com a empresa que é o Banco Master”, afirmou. As declarações foram dadas durante sabatina na TV Aratu.

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