Leoa que matou jovem de 19 anos após ter espaço invadido não será sacrificada, garante zoológico
Por Yasmin Mota | 02/12/2025 09:37 e atualizado em 02/12/2025
Foto: Reprodução
Resumo da notícia
- A direção do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, em João Pessoa, informou que Leona não apresenta comportamento agressivo e que a eutanásia nunca foi considerada após o ataque que matou um jovem de 19 anos que invadiu o recinto.
- O jovem, identificado como Gérson de Melo Machado, tinha diagnóstico de esquizofrenia e relatava medo de agressões; segundo a família, o transtorno dificultava sua convivência social.
- O Ministério Público da Paraíba instaurou procedimento para apurar a atuação da Prefeitura e do parque; a gestão municipal disse estar investigando o caso e garantiu que o local segue normas de segurança.
A direção do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, conhecido como Bica, em João Pessoa (PB), garantiu que a leoa Leona, que matou um jovem de 19 anos após ter espaço invadido no último domingo (30), não será sacrificada após o episódio.
Conforme a organização, o animal não apresenta comportamento agressivo e a eutanásia jamais foi cogitada, ou seja, ela não será sacrificada.
Em nota publicada nas redes sociais, o Parque da Bica afirmou que Leona passou por um “nível elevado de estresse” durante o episódio que levou à morte do homem, que foi identificado como “Vaqueirinho de Mangabeira”. A administração do parque ressaltou, em nota, que a leoa está bem e segue em observação e acompanhamento contínuo.
O jovem de 19 anos que morreu após entrar na área de uma leoa e ser atacado por ela no Parque Arruda Câmara, conhecido como “Bica”, em João Pessoa, e que tinha o diagnóstico de esquizofrenia, dizia aos familiares que sentia “medo das pessoas darem nele”. A prima do jovem, Ícara Menezes, explicou que devido ao transtorno psicológico ele também tinha problemas para se aproximar da família.
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Conforme relato da prima para a TV Cabo Branco, ele enxergava as outras pessoas como potenciais agressoras contra ele e que, por isso, sentia medo. Gérson de Melo Machado já tinha o diagnóstico de esquizofrenia e a família também tem histórico de transtornos mentais. O corpo do jovem foi sepultado nesta segunda-feira (1).
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu uma investigação para saber as condutas da Prefeitura de João Pessoa e do Parque Arruda Câmara após a morte do jovem.
Em nota, a Prefeitura de João Pessoa informou que já começou a apurar as circunstâncias do caso, manifestou solidariedade à família da vítima e afirmou que o espaço segue normas técnicas e de segurança.
Com informações do g1.
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