Lula anuncia viagem a Washington para encontro com Donald Trump em março
Por Yasmin Mota | 28/01/2026 09:49 e atualizado em 28/01/2026
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Resumo da notícia
- O presidente Lula afirmou que pretende viajar a Washington, em março, para um encontro presencial com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
- A viagem foi discutida em um telefonema entre os dois líderes, com foco no fortalecimento das relações entre Brasil e EUA, além de temas como democracia e multilateralismo.
- Durante a conversa, Lula e Trump também trataram da situação na Venezuela; o presidente brasileiro reiterou sua posição crítica a ações militares na América Latina.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (27) que pretende viajar a Washington, nos Estados Unidos, em março, para um encontro presencial com o presidente norte-americano, Donald Trump. A declaração foi dada após a chegada de Lula ao Panamá, onde participa do Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe.
“No começo de março eu vou fazer uma viagem a Washington porque os Estados Unidos e o Brasil são as duas principais democracias do Ocidente e eu acho que dois chefes de Estado precisam conversar olhando um no olho do outro, para que a gente possa discutir as boas relações entre Brasil e Estados Unidos”, disse em conversa com jornalistas na chegada ao hotel na Cidade do Panamá.
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Segundo Lula, a viagem foi discutida durante um telefonema com Trump na segunda-feira (26). O presidente destacou a importância do diálogo direto entre os dois países, que classificou como as principais democracias do Ocidente, e afirmou que a conversa presencial é fundamental para discutir as boas relações entre Brasil e Estados Unidos, além de temas como multilateralismo e democracia.
Durante o telefonema, Lula e Trump também trataram da situação na Venezuela. Foi o primeiro contato entre os dois desde a ação dos Estados Unidos no país vizinho, ocorrida no início de janeiro, que resultou na retirada de Nicolás Maduro do poder. Lula, no entanto, já havia condenado publicamente a ação militar, classificando o episódio como uma “falta de respeito” e afirmando que a América Latina não vai abaixar a cabeça para ninguém.
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