Lula defende ação conjunta e tributação de super-ricos para financiar combate as mudanças climáticas
Política

Lula defende ação conjunta e tributação de super-ricos para financiar combate as mudanças climáticas

Lula defende ação conjunta e tributação de super-ricos para financiar combate as mudanças climáticas Foto: Ricardo Stuckert/PR

Resumo da notícia

  • O presidente Lula defendeu uma resposta conjunta e multilateral ao aquecimento global durante a Cúpula de Líderes que antecede a COP30, em Belém.
  • Ele cobrou mudanças nas instituições globais e nos bancos multilaterais para garantir mais transparência e eficácia no financiamento de ações climáticas.
  • Lula defendeu a criação de impostos globais sobre multinacionais e grandes fortunas para financiar a transição verde e reduzir desigualdades nas emissões de carbono.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta sexta-feira (7), uma ação global coordenada contra o aquecimento do planeta. “Não existe solução para o planeta fora do multilateralismo. A Terra é única. A humanidade é uma só. A resposta tem de vir de todos, para todos”, afirmou durante a Cúpula de Líderes que antecede a COP30, em Belém.

Lula discursou na abertura da sessão temática que celebrou os 10 anos do Acordo de Paris e voltou a cobrar mudanças nas instituições internacionais para ampliar o financiamento de ações climáticas.

“É crucial definir metodologias melhores para contabilizar o financiamento climático. O comércio internacional requer regras ambientais que sejam equitativas e decididas coletivamente. Os bancos multilaterais precisam ser maiores, melhores e mais eficazes”, disse. O presidente também voltou a defender a criação de um Conselho do Clima, proposta que já apresentou ao G20 e à ONU.

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Durante o discurso, Lula reiterou que a tributação de multinacionais e super-ricos é fundamental para custear a transição verde.

“Sem incluir o capital privado, a conta não fechará. A maior parte da riqueza mundial gerada nas últimas quatro décadas foi apropriada por indivíduos ou empresas. É legítimo exigir dessas pessoas uma maior contribuição”, afirmou.

Segundo ele, um indivíduo do 0,1% mais rico do planeta emite, em um único dia, mais carbono do que metade da população mundial durante um ano inteiro. Para o presidente, a criação de um imposto mínimo global sobre corporações e sobre grandes fortunas pode gerar recursos valiosos para o enfrentamento da crise climática.

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