Lula ordena processo para expulsão de servidor público que agrediu mulher e criança no Distrito Federal
Por Yasmin Mota | 26/12/2025 11:07 e atualizado em 26/12/2025
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Resumo da notícia
- O presidente Lula classificou como “inadmissível” a agressão cometida por um servidor da CGU contra a ex-companheira e o filho dela, de quatro anos, no Distrito Federal.
- Lula determinou a abertura imediata de procedimento administrativo para apuração, responsabilização e expulsão do agressor do serviço público, defendendo punição exemplar.
- O suspeito, identificado como David Cosac Junior, é analista de sistemas da CGU; o caso é investigado pela Polícia Civil e também por apuração interna do órgão.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou nesta quinta-feira (25) sobre a violência praticada por um funcionário da Controladoria-Geral da União (CGU) contra a ex-companheira e o filho dela, de quatro anos, em Águas Claras, no Distrito Federal. Em mensagem publicada nas redes sociais, classificou o episódio como “inadmissível” e ordenou ao ministro Vinícius Marques de Carvalho a instauração imediata de procedimento administrativo para apuração, responsabilização e expulsão do agressor do serviço público.
“Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças, estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem. Um servidor público deve ser exemplo de conduta dentro e fora do local de trabalho”, escreveu o presidente, ao defender punição exemplar.
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A agressão ocorreu na noite de 7 de dezembro e foi registrada por câmeras de segurança do edifício onde a vítima reside. O suspeito é David Cosac Junior, de 49 anos, analista de sistemas da CGU. A Polícia Civil apura os fatos e não divulgou informações sobre eventual prisão.
Em nota oficial, o ministro da CGU afirmou que os “fatos são gravíssimos e inaceitáveis” e confirmou a abertura de investigação interna.
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