Ministério Público amplia controle de gastos e obtém redução de cachês de 44 atrações juninas
Bahia

Ministério Público amplia controle de gastos e obtém redução de cachês de 44 atrações juninas

Ministério Público amplia controle de gastos e obtém redução de cachês de 44 atrações juninas Foto: Yasmin Mota

Resumo da notícia

  • Um total de 44 artistas e bandas aderiu ao compromisso firmado com o Ministério Público da Bahia para reduzir cachês nas contratações dos festejos juninos de 2026.
  • A iniciativa já gerou uma economia superior a R$ 21 milhões aos cofres públicos, com redução média de 11,57% nos valores analisados, impactando 620 contratos em mais de 200 municípios baianos.
  • Entre os artistas que aceitaram a redução dos cachês estão Adelmário Coelho, Mastruz com Leite, Limão com Mel, Solange Almeida, Devinho Novaes e Paula Fernandes.

Artistas e empresários do setor artístico aderiram a compromisso que tem objetivo reduzir os cachês para os festejos juninos de 2026. Um valor superior a R$ 21 milhões foi economizado nos cofres públicos nas contratações realizadas. Desde o dia 30 de maio, 44 artistas e bandas aderiram à iniciativa promovida em conjunto com o Ministério Público da Bahia (MP).

O valor economizado equivalem a uma redução média de 11,57% nos cachês analisados e tem impacto direto em 620 contratos em mais de 200 municípios baianos. Alguns artistas e grupos que aderiram, estão Adelmário Coelho, Mastruz com Leite, Limão com Mel e Solange Almeida, além de outros como Devinho Novaes, Tyrone,  Netto Brito, Daniel Vieira, Fulô de Mandacaru, Chambinho do Acordeon, Silvano Sales e Paula Fernandes. 

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“As adesões realizadas voluntariamente pelos artistas e empresários representam um passo importante na construção de um caminho mais seguro, transparente e responsável para as contratações artísticas realizadas com recursos públicos. Estamos pavimentando parâmetros mais razoáveis para essas contratações, de forma a conciliar a valorização do artista com a necessária observância dos princípios da economicidade, da transparência e da responsabilidade fiscal”, disse Rita Tourinho, coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Defesa do Patrimônio Público (Caopam) e promotora de Justiça.

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