Ministério Público promove projeto “Seja Brother” com ações contra bullying e violência em escolas da Bahia
Por Yasmin Mota | 07/05/2026 07:53 e atualizado em 07/05/2026
Foto: Divulgação/MPBA
Resumo da notícia
- O Ministério Público do Estado da Bahia promoveu ações do projeto “Seja Brother” em escolas da capital e do interior para combater o bullying, o ciberbullying e a violência contra crianças e adolescentes.
- As atividades foram coordenadas pelo Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente e incluíram palestras com promotores de Justiça em municípios baianos, abordando os impactos emocionais, sociais e jurídicos dessas práticas.
- Durante os encontros, estudantes, famílias e educadores discutiram a importância da empatia, do cuidado no ambiente digital e da construção de escolas mais seguras, acolhedoras e inclusivas.
O Ministério Público da Bahia (MPBA) realizou ações do projeto “Seja Brother”, que tem como objetivo combater o bullying, o ciberbullying e à violência contra crianças e adolescentes em escolas da capital e do interior do estado. As atividades reuniram alunos, familiares e profissionais da educação em atividades para a conscientização dos impactos do bullying e dos riscos no ambiente virtual.
As ações foram coordenadas pelo Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente (CAOCA) e contaram com palestras conduzidas por promotores de Justiça em diferentes municípios baianos. Em Salvador, a promotora Ana Emanuela participou de atividade no Colégio Sacramentinas, e a promotora Anna Karina Omena Vasconcellos Trennepohl conduziu uma palestra no Colégio Bernoulli
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A promotora Anna Karina falou sobre a importância da construção de relações mais respeitosas dentro das escolas. Segundo o MPBA, a proposta das ações é ampliar a conscientização sobre o cuidado no ambiente digital e fortalecer a cultura da empatia entre os estudantes.
Durante os encontros pela Bahia, representantes do MPBA discutiram os efeitos emocionais, sociais e jurídicos dessas condutas, além da importância da participação das famílias e das escolas na prevenção dos casos. Os debates também reforçaram a necessidade de criar ambientes escolares mais seguros, acolhedores e inclusivos para crianças e adolescentes.
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