Missão Brasília: empresários propõem modernização tributária para Feira de Santana e Brasil
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Missão Brasília: empresários propõem modernização tributária para Feira de Santana e Brasil

Missão Brasília: empresários propõem modernização tributária para Feira de Santana e Brasil Foto: Reprodução de vídeo

Resumo da notícia

  • Glício Oliveira propõe desvincular o faturamento das empresas do CPF dos sócios, mantendo-o no CNPJ, para reduzir sonegação, aumentar arrecadação e favorecer o crescimento de micro e pequenas empresas.
  • O consultor se posiciona contra o aumento de 10 pontos percentuais na alíquota do lucro presumido, ressaltando que se trata apenas de um método de cálculo de imposto, não de um benefício fiscal.
  • As propostas visam gerar benefícios nacionais, mas têm efeito direto em municípios como Feira de Santana, onde empresas de pequeno porte dependem de regimes tributários claros e estáveis.

O consultor empresarial Glício Oliveira, CEO da GO Consultoria, apresentou nesta terça-feira (17) duas pautas tributárias que ele levará ao Congresso, com o objetivo de retornar benefícios concretos para Feira de Santana e demais municípios brasileiros.

“Nós entendemos que o Simples Nacional, ele precisa ser modernizado. Então, trazemos aqui uma pauta importante. Entendemos que essa pauta, ela vai garantir que as empresas deixem de sonegar, uma maior arrecadação e fazer com que se desvincule o faturamento do CPF e ele fique no CNPJ independente. E dessa forma garantimos aí que as empresas possam crescer, em especial aquelas que são de pequeno porte”.

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A primeira proposta é a modernização do Simples Nacional. Pelo que explica Glício, isso significa separar o faturamento das empresas do CPF dos sócios ou responsáveis, mantendo-o vinculado ao CNPJ. Segundo ele, essa mudança reduziria a sonegação, aumentaria a arrecadação e favoreceria o crescimento empresarial sobretudo no segmento de micro e pequenas empresas.

A segunda pauta envolve o lucro presumido. Glício descreve que não se trata de benefício fiscal, mas sim de um método de cálculo do imposto. Ele se posiciona contra o aumento de 10 pontos percentuais na presunção desse regime.

“Nós entendemos que o lucro presumido não é um benefício fiscal, mas sim um método de cálculo do imposto. Então não justifica aumentar essa alíquota para fazer arrecadação.”

Ambas as propostas, diz o consultor, foram pensadas “para o Brasil como um todo”, mas com impacto direto em Feira de Santana, onde muitas empresas de pequeno porte dependem de regimes tributários claros e estáveis.

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