Missão Brasília: empresários propõem modernização tributária para Feira de Santana e Brasil
Por Dandara Barreto e Hamurabi Dias | 17/09/2025 16:15 e atualizado em 17/09/2025
Foto: Reprodução de vídeo
Resumo da notícia
- Glício Oliveira propõe desvincular o faturamento das empresas do CPF dos sócios, mantendo-o no CNPJ, para reduzir sonegação, aumentar arrecadação e favorecer o crescimento de micro e pequenas empresas.
- O consultor se posiciona contra o aumento de 10 pontos percentuais na alíquota do lucro presumido, ressaltando que se trata apenas de um método de cálculo de imposto, não de um benefício fiscal.
- As propostas visam gerar benefícios nacionais, mas têm efeito direto em municípios como Feira de Santana, onde empresas de pequeno porte dependem de regimes tributários claros e estáveis.
O consultor empresarial Glício Oliveira, CEO da GO Consultoria, apresentou nesta terça-feira (17) duas pautas tributárias que ele levará ao Congresso, com o objetivo de retornar benefícios concretos para Feira de Santana e demais municípios brasileiros.
“Nós entendemos que o Simples Nacional, ele precisa ser modernizado. Então, trazemos aqui uma pauta importante. Entendemos que essa pauta, ela vai garantir que as empresas deixem de sonegar, uma maior arrecadação e fazer com que se desvincule o faturamento do CPF e ele fique no CNPJ independente. E dessa forma garantimos aí que as empresas possam crescer, em especial aquelas que são de pequeno porte”.
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A primeira proposta é a modernização do Simples Nacional. Pelo que explica Glício, isso significa separar o faturamento das empresas do CPF dos sócios ou responsáveis, mantendo-o vinculado ao CNPJ. Segundo ele, essa mudança reduziria a sonegação, aumentaria a arrecadação e favoreceria o crescimento empresarial sobretudo no segmento de micro e pequenas empresas.
A segunda pauta envolve o lucro presumido. Glício descreve que não se trata de benefício fiscal, mas sim de um método de cálculo do imposto. Ele se posiciona contra o aumento de 10 pontos percentuais na presunção desse regime.
“Nós entendemos que o lucro presumido não é um benefício fiscal, mas sim um método de cálculo do imposto. Então não justifica aumentar essa alíquota para fazer arrecadação.”
Ambas as propostas, diz o consultor, foram pensadas “para o Brasil como um todo”, mas com impacto direto em Feira de Santana, onde muitas empresas de pequeno porte dependem de regimes tributários claros e estáveis.
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