Moeda de 5 centavos de 1999 é avaliada em até R$ 400 no mercado de colecionadores
Por Yasmin Mota | 19/09/2025 13:14 e atualizado em 19/09/2025
Foto: reprodução/Correio do Estado
Resumo da notícia
- Colecionadores valorizam a moeda por sua baixa tiragem (11,2 milhões) e raridade em estado “Flor de Cunho”, o que a torna um item cobiçado no mercado numismático.
- A valorização depende da raridade, conservação, exposição na mídia e valor histórico. Moedas bem preservadas e com características incomuns são as mais procuradas.
- O dólar comercial caiu para R$ 5,352, menor valor desde junho de 2024. A queda é impulsionada pela expectativa de corte nos juros dos EUA, que estimula o investimento em países emergentes.
A moeda de R$ 0,05 emitida em 1999 tem despertado interesse entre colecionadores e alcança valor de até R$ 400 no mercado especializado. O exemplar teve tiragem de 11,2 milhões de unidades, considerada baixa, o que contribui para sua valorização.
De acordo com especialistas, a supervalorização está ligada à classificação “Flor de Cunho”, que indica moedas em estado de conservação impecável, sem sinais de circulação. O problema é que encontrar exemplares nessas condições é cada vez mais raro.
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Entre os fatores que influenciam a cotação estão:
• raridade: moedas com tiragens menores ou com defeitos não intencionais ganham valor;
• estado de conservação: exemplares sem riscos ou manchas são mais valorizados;
• exposição na mídia: amplia o interesse de novos colecionadores;
• valor histórico: tornam-se registros da história da moeda brasileira.
Quem deseja negociar moedas raras deve buscar leilões especializados, plataformas online e compradores confiáveis, sempre atentos a normas do Banco Central.
O dólar comercial fechou nesta quinta-feira (19) no menor valor desde 7 de junho de 2024. Às 15h52, a moeda norte-americana era negociada a R$ 5,352, após atingir R$ 5,348 mais cedo. No acumulado de 2025, o dólar já recua cerca de 13%.
O movimento contrasta com o DXY, índice que mede a força do dólar frente a seis moedas globais. No mesmo horário, o indicador subia 0,02%.
Segundo analistas, a expectativa de corte nos juros nos Estados Unidos é o principal fator que pressiona a divisa para baixo. Com taxas mais baixas, investidores tendem a buscar aplicações em outros países, favorecendo mercados emergentes como o Brasil.
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