Nova parceria: governo federal anuncia atendimento do SUS em hospitais particulares
Por Yasmin Mota | 01/07/2025 15:39 e atualizado em 01/07/2025
Foto: Governo Federal
Resumo da notícia
- A partir de agosto de 2025, pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão ser atendidos em hospitais privados e filantrópicos sem custo adicional. A medida faz parte do programa “Agora Tem Especialistas”, coordenado pelos Ministérios da Saúde e da Fazenda, com o objetivo de ampliar o acesso a consultas, exames e cirurgias especializadas. A adesão dos hospitais será voluntária e regulamentada por uma portaria prevista para julho.
- O programa busca reduzir as filas do SUS e aproveitar a capacidade disponível da rede privada, especialmente nas áreas de oftalmologia, cardiologia, oncologia, ortopedia, otorrinolaringologia e ginecologia. Em troca dos atendimentos prestados, os hospitais participantes receberão créditos financeiros — no valor estimado de R$ 2 bilhões por ano — que poderão ser usados para quitar dívidas com a União.
- Para garantir controle e transparência, será implantado um painel nacional de monitoramento que registrará todos os atendimentos realizados pela rede privada para o SUS. A gestão desse sistema será feita em parceria com estados e municípios, permitindo o acompanhamento em tempo real da fila de espera e da oferta de serviços.
O Governo Federal anunciou que, a partir de agosto de 2025, pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão ser atendidos em hospitais particulares e filantrópicos sem custo adicional. A medida integra o programa “Agora Tem Especialistas”, que será coordenado pelos Ministérios da Saúde e da Fazenda. A informação foi divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência e detalhada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em entrevista coletiva concedida em Brasília.

Foto: Walterson Rosa/MS
Segundo Padilha, a iniciativa busca reduzir as filas por consultas, exames e cirurgias especializadas, aproveitando a capacidade disponível dos hospitais privados em diversas regiões do país. “ O governo vai transformar dívidas que o Estado não consegue recuperar em atendimento real para a população”, afirmou o ministro. Destacando que a expectativa é agilizar o acesso às seguintes especialidades: oftalmologia, cardiologia, oncologia, ortopedia, otorrinolaringologia e ginecologia.
De acordo com informações divulgadas pela Agência Gov, ligada à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o programa permitirá que os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão realizar consultas, exames e cirurgias em hospitais privados e filantrópicos, que receberão créditos financeiros pela prestação do serviço. Como contrapartida ao atendimento prestado, esses estabelecimentos poderão usar esses créditos no valor de R$ 2 bilhões por ano para quitar dívidas com a União ou débitos que estão para vencer.
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Durante o anúncio, Padilha ressaltou que será implantado um painel nacional de monitoramento, que registrará todos os atendimentos realizados pela rede privada para o SUS, garantindo transparência e controle das filas em conjunto com estados e municípios.
Segundo a Secretaria de Comunicação Social, a adesão dos hospitais interessados ao programa “ Agora Tem Especialistas” é voluntária e deverá ocorrer em julho, quando o governo publicará uma portaria conjunta dos Ministérios da Saúde e da Fazenda com detalhes sobre critérios de credenciamento e operacionalização do programa.
Com essa iniciativa, o governo busca reduzir as filas do SUS, agilizar o acesso às especialidades desde consultas, até exames, cirurgias e tratamentos oncológicos, com o objetivo de tornar mais eficiente a utilização da estrutura hospitalar existente, unindo capacidade pública e privada em benefício da saúde da população brasileira.
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