Número de mortes confirmadas em ataque dos Estados Unidos à Venezuela aumenta para 58
Internacional

Número de mortes confirmadas em ataque dos Estados Unidos à Venezuela aumenta para 58

Número de mortes confirmadas em ataque dos Estados Unidos à Venezuela aumenta para 58 Foto: © Unicef/Gustavo Vera

Resumo da notícia

  • Cinco dias após a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, ainda não há balanço oficial completo de mortos, feridos e danos; ataques atingiram Caracas e outros três estados.
  • Pelo menos 58 pessoas morreram, incluindo militares venezuelanos e cubanos e civis, durante a operação que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa.
  • A ação foi realizada sem autorização do Congresso dos EUA e da ONU; o governo norte-americano afirma que não houve baixas entre seus militares.

Cinco dias após os Estados Unidos realizarem uma ação militar para capurar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, as autoridades venezuelanas ainda não divulgaram o número total de mortos, feridos ou a dimensão dos danos causados. Os ataques atingiram a capital, Caracas, e os estados de Aragua, La Guaira e Miranda.

As poucas informações oficiais divulgadas até a noite de terça-feira (6) indicam que pelo menos 58 pessoas morreram no sábado (3). Na data, militares dos Estados Unidos invadiram o território venezuelano, bombardearam pontos estratégicos e sequestraram Maduro e sua esposa, Cília Flores. Eles foram levados para um centro de detenção temporária em Nova York, nos Estados Unidos.

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A operação, chamada de Operação Resolução Absoluta, matou ao menos 32 militares cubanos que faziam a segurança de Maduro, além de 24 homens e mulheres do Exército venezuelano. Pelo menos duas civis também morreram e já foram identificadas.

Na terça-feira (6), a Força Armada Nacional Bolivariana prestou homenagem aos 24 soldados venezuelanos mortos. A ação militar foi realizada sem o conhecimento do Congresso dos Estados Unidos e sem autorização do Conselho de Segurança da ONU. No mesmo dia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que muitas pessoas do “outro lado”, incluindo cubanos, morreram durante a operação, e disse que não houve baixas entre os militares de seu país.

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