OAB subseção Feira de Santana participará de IV Encontro de Educação Antirracista
Por Yasmin Mota | 04/11/2025 11:47 e atualizado em 04/11/2025
Foto: Divulgação
Resumo da notícia
- O evento, com o tema "Eu me vejo na escola, eu aprendo", ocorrerá nos dias 4 e 5 de novembro e reunirá educadores e convidados para discutir a valorização da diversidade no processo de ensino e aprendizagem
- A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Subseção Feira de Santana, representada por Lísian Motta, participará do encontro, reforçando a importância do pertencimento para o aprendizado e destacando o compromisso com a educação inclusiva.
- Lísian Motta enfatiza que valorizar a diversidade significa revisar práticas pedagógicas, escolher materiais didáticos representativos e garantir um ambiente escolar respeitoso, onde todos os estudantes se sintam representados e seguros.
Com o tema “Eu me vejo na escola, eu aprendo: Diversidade valorizada no processo de ensino e aprendizagem”, o IV Encontro de Educação Antirracista da Rede Municipal de Ensino acontecerá nesta terça-feira (4) e na quarta-feira (5) no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SEDUC). A OAB Subseção Feira de Santana foi convidada e participará do evento.
Conforme a diretora tesoureira da instituição, Lísian Motta, a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em um evento como esse reafirma um compromisso simples e profundo: quando o estudante se vê na escola, ele aprende com mais sentido e com esperança. Também se sente pertencente.
“O tema deste ano nos lembra que ensinar bem passa por reconhecer quem aprende. Pertencimento não é um detalhe; é o ponto de partida para que cada criança e cada jovem se sintam seguros para perguntar, criar e avançar”, acredita.
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Ainda de acordo com Lísian Motta, valorizar a diversidade, na prática, significa revisar o que é ensinado e como é ensinado. “É preciso cuidar da formação continuada de educadores, escolher materiais didáticos que representem nossas histórias e referências, e garantir um cotidiano escolar em que o respeito seja regra”, assinala.
E complementa: “Isso significa que meninas e meninos negros, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, estudantes das periferias, migrantes, todos e todas, encontrem seus nomes, seus rostos, suas culturas e trajetórias refletidos no currículo, nas paredes da escola e nas relações de sala de aula”.
Por fim, Lísian Motta afirma que a educação antirracista não é um evento; é uma atitude permanente. “Quando a escola acolhe e representa, o conhecimento floresce. E quando o conhecimento floresce, a cidade inteira cresce junto”. Também vão estar presentes no evento membros da Comissão de Igualdade Racial da OAB Feira.
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