PIB baiano cresceu 2,3%, chegando a cerca de R$ 431 bilhões em 2023, diz IBGE
Por Hamurabi Dias | 15/11/2025 11:01 e atualizado em 15/11/2025Resumo da notícia
- A Bahia registrou PIB de R$ 430,988 bilhões em 2023, com crescimento real de 2,3% — o terceiro avanço consecutivo após 2020, porém o menor desde então.
- O crescimento baiano ficou abaixo da média nacional (3,2%) e ocupou a 21ª posição entre os 27 estados. A participação da Bahia no PIB do país caiu de 4,0% para 3,9%.
- Mesmo com perda de participação, a Bahia manteve o 7º maior PIB do Brasil e o maior das regiões Norte e Nordeste. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais seguem no topo do ranking nacional.
O PIB (Produto Interno Bruto) da Bahia para o ano de 2023 foi estimado em R$ 430,988 bilhões, dos quais R$ 381,163 bilhões equivalem ao valor adicionado bruto (renda líquida gerada pelas atividades econômicas, que equivale ao valor do PIB menos os impostos) e R$ 49,825 bilhões são referentes aos impostos, líquidos de subsídios, sobre produtos.
Com esse resultado, a Economia baiana cresceu 2,3% em volume (descontados os efeitos dos preços) frente a 2022. Mostrou um terceiro crescimento consecutivo após a queda sofrida em 2020 (-4,4%), mas o menor avanço desde então.
Entre 2022 e 2023, o PIB da Bahia apresentou um desempenho inferior ao do Brasil como um todo, sendo apenas o 21º melhor resultado entre as 27 unidades da Federação – ou o 7º menor crescimento.
Nesse período, o PIB brasileiro cresceu 3,2%, também mostrando seu terceiro avanço consecutivo. Todos os 27 estados viram suas Economias crescerem no período, com as maiores taxas registradas em Acre (14,7%), Mato Grosso do Sul (13,4%) e Mato Grosso (12,9%). Rondônia (1,3%), Rio Grande do Sul (1,3%) e São Paulo (1,4%) tiveram os menores crescimentos.
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O avanço do PIB menor do que o registrado pela grande maioria dos estados, entre 2022 e 2023, levou a Bahia a ter uma pequena perda de participação no valor do PIB nacional, nesse período, de 4,0% para 3,9%.
Frente a 2022, os estados que mais ganharam participação no PIB brasileiro foram São Paulo (de 31,1% para 31,5%) e Espírito Santo (de 1,8% para 1,9%). Por outro lado, Rio de Janeiro (de 11,4% para 10,7%), Minas Gerais (de 9,0% para 8,9%) e Goiás (de 3,2% para 3,1%) tiveram as maiores perdas de participação, seguidos pela Bahia, com a 4ª maior redução. Ainda assim, o PIB baiano se manteve o 7º maior do país e o mais alto do Norte/Nordeste, em 2023.
São Paulo (R$ 3,445 trilhões), Rio de Janeiro (R$ 1,173 trilhão) e Minas Gerais (R$ 971,978 bilhões) têm os maiores PIB dentre os estados; Roraima (R$ 25,125 bilhões), Acre (R$ 26,291 bilhões) e Amapá (R$ 28,020 bilhões) têm os menores.
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