Polícia Federal investiga armazenamento de conteúdo com abuso sexual infantojuvenil no interior da Bahia
Por Hamurabi Dias | 22/01/2026 11:10 e atualizado em 22/01/2026
Foto: Divulgação/ASCOM/DPF
Resumo da notícia
- A Polícia Federal deflagrou a Operação Frigg para investigar crimes de armazenamento e posse de material com abuso sexual infantojuvenil em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia.
- Foram executados mandado de busca e apreensão e quebra de sigilo de dados telemáticos, com apreensão de dispositivos eletrônicos para perícia.
- O caso começou a partir de alertas de organismos internacionais e apura crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, com o processo sob segredo de justiça.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (22), a Operação Frigg, com o objetivo de reprimir crimes relacionados à aquisição, posse e armazenamento de material contendo abuso sexual de crianças e adolescentes.
Foram cumpridos um mandado de busca e apreensão domiciliar e uma ordem judicial de afastamento do sigilo de dados telemáticos, na cidade de Luís Eduardo Magalhães, expedidos pela Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Barreiras.
As investigações tiveram início a partir de informações encaminhadas por organismos internacionais de proteção à infância, que apontaram o upload e o armazenamento de arquivos contendo cenas de abuso sexual infantojuvenil em plataformas digitais e serviços de armazenamento em nuvem. As diligências permitiram a identificação de indícios de autoria e materialidade delitiva, culminando na representação pelas medidas judiciais ora cumpridas.
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Durante a operação, foram apreendidos dispositivos eletrônicos e mídias de armazenamento, que serão submetidos à análise pericial, com observância rigorosa da cadeia de custódia das provas digitais.
Os fatos investigados, em tese, se enquadram nos crimes previstos nos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990).
A Polícia Federal reforça seu compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes, atuando de forma permanente no combate à exploração sexual infantojuvenil, especialmente no ambiente digital. As investigações prosseguem sob segredo de justiça.
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