Professores da rede municipal em Feira de Santana paralisam atividades nesta quinta, 23
Por Hamurabi Dias | 22/04/2026 19:18 e atualizado em 22/04/2026
Foto: Divulgação/APLB
Resumo da notícia
- Professores da rede municipal de Feira de Santana paralisam aulas nesta quinta (23) em protesto por reivindicações da categoria.
- Pauta inclui pagamento dos precatórios do Fundef com juros e recomposição salarial para ativos e aposentados.
- Mobilização terá ato “Café com a Educação” em frente à Prefeitura e reunião no CEAF ao longo do dia.
Nesta quinta-feira (23), os professores da rede municipal de Feira de Santana irão paralisar as atividades para protestar pelo cumprimento da pauta de reivindicações da categoria que inclui o pagamento dos Precatórios do Fundef com juros e para todos.
Em Assembleia, a categoria definiu que o Governo Municipal precisa cumprir o acordo judicial, atender à pauta de reivindicações e garantir a recomposição salarial dos trabalhadores e trabalhadoras em educação!
A paralisação vai contar com o ato Café com a Educação, às 7h30, em frente à Prefeitura Municipal de Feira de Santana e as 16 horas, haverá uma Reunião da Comissão no Centro de Atendimento ao Feirense (CEAF).
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“A situação da educação em Feira de Santana vai da falta de professores a desvalorização de uma categoria, porque aqui foi descumprida uma lei, que é a tabela salarial dos professores para ativos e aposentados, que é uma lei de 1994. No entanto, o governo agora mandou um reajuste apenas para os professores da ativa 5,4%, os aposentados ficaram de fora. Nós já enviamos um ofício para o governo, dizendo que é preciso ser também ser feito o reajuste para os aposentados, porque eles têm paridade salarial e caso não seja feito, vamos estar com assunto na Justiça, mas é preciso se buscar primeiro a solução desse item”, disse a diretora da APLB Sindicato, Marlede Oliveira.
A questão dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) também está na pauta da paralisação. “O governo está tirando os juros. Entendemos que não é dessa forma que o governo tem que pagar o precatório do FUNDEF”, comentou a representante sindical.
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