Professores da rede municipal em Feira de Santana paralisam atividades nesta quinta, 23
Educação

Professores da rede municipal em Feira de Santana paralisam atividades nesta quinta, 23

Professores da rede municipal em Feira de Santana paralisam atividades nesta quinta, 23 Foto: Divulgação/APLB

Resumo da notícia

  • Professores da rede municipal de Feira de Santana paralisam aulas nesta quinta (23) em protesto por reivindicações da categoria.
  • Pauta inclui pagamento dos precatórios do Fundef com juros e recomposição salarial para ativos e aposentados.
  • Mobilização terá ato “Café com a Educação” em frente à Prefeitura e reunião no CEAF ao longo do dia.

Nesta quinta-feira (23), os professores da rede municipal de Feira de Santana irão paralisar as atividades para protestar pelo cumprimento da pauta de reivindicações da categoria que inclui o pagamento dos Precatórios do Fundef com juros e para todos.

Em Assembleia, a categoria definiu que o Governo Municipal precisa cumprir o acordo judicial, atender à pauta de reivindicações e garantir a recomposição salarial dos trabalhadores e trabalhadoras em educação!

A paralisação vai contar com o ato Café com a Educação, às 7h30, em frente à Prefeitura Municipal de Feira de Santana e as 16 horas, haverá uma Reunião da Comissão no Centro de Atendimento ao Feirense (CEAF).

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“A situação da educação em Feira de Santana vai da falta de professores a desvalorização de uma categoria, porque aqui foi descumprida uma lei, que é a tabela salarial dos professores para ativos e aposentados, que é uma lei de 1994. No entanto, o governo agora mandou um reajuste apenas para os professores da ativa 5,4%, os aposentados ficaram de fora. Nós já enviamos um ofício para o governo, dizendo que é preciso ser também ser feito o reajuste para os aposentados, porque eles têm paridade salarial e caso não seja feito, vamos estar com assunto na Justiça, mas é preciso se buscar primeiro a solução desse item”, disse a diretora da APLB Sindicato, Marlede Oliveira.

A questão dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) também está na pauta da paralisação. “O governo está tirando os juros. Entendemos que não é dessa forma que o governo tem que pagar o precatório do FUNDEF”, comentou a representante sindical.

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