Proporção de adolescentes baianos que já experimentaram bebida alcoólica cai entre 2019 e 2024
Por Hamurabi Dias | 04/04/2026 10:55 e atualizado em 04/04/2026
Foto: StockSnap/Pixabay
Resumo da notícia
- A Bahia registrou queda na proporção de adolescentes que já experimentaram álcool, passando de 60,6% em 2019 para 51,6% em 2024.
- A redução também ocorreu no Brasil e em Salvador, embora a capital ainda tenha uma das maiores taxas entre as capitais.
- O consumo é mais frequente entre meninas e estudantes da rede pública, segundo dados do IBGE.
Entre 2019 e 2024, a experimentação de álcool diminuiu entre os estudantes de 13 a 17 anos na Bahia, no Brasil e em Salvador.
Em 2024, pouco mais da metade dos escolares da Bahia já tinham experimentado bebida alcoólica alguma vez na vida (51,6%). Cinco anos antes, a proporção era de 60,6%. Nacionalmente, a proporção de adolescentes que havia experimentado bebidas alcoólicas também recuou, de 63,3% para 53,6%, segundo resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, divulgados pelo IBGE.
A Bahia manteve uma percentagem menor do que a nacional e a 15ª posição entre os estados. Rio Grande do Sul (65,9%), Santa Catarina (62,8%) e Paraná (57,7%) tinham as maiores proporções de escolares que já experimentaram álcool. Amapá (42,6%), Piauí (43,1%) e Maranhão (43,4%), as menores.
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Em Salvador, houve uma importante queda na proporção de adolescentes que já haviam experimentado bebida alcoólica: de 68,2% em 2019 para 57,8% em 2024. Ainda assim, a cidade subiu no ranking das capitais, ficando com a 4ª mais alta percentagem (era a 8ª em 2019), abaixo apenas das registradas em Porto Alegre/RS (63,1%), Florianópolis/SC (62,7%) e Belo Horizonte/MG (62,5%).
A proporção de escolares mulheres que já haviam experimentaram bebida alcoólica segue superior à de homens. Na Bahia, 55,3% das moças e 47,6% dos rapazes já haviam bebido alguma vez; no Brasil, os percentuais eram 57,5% e 49,7%; já em Salvador, iam a 62,9% e 52,8%, respectivamente.
A experimentação de álcool também era mais frequente entre os adolescentes que estudavam em escolas públicas. No estado, 52,0% dos estudantes da rede pública já haviam bebido álcool, frente a 49,5% na rede privada. No país, as proporções eram de 53,9% e 51,8%; na capital baiana, ficavam em 60,0% e 52,6%.
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