Reggae e outros ritmos animam festa em homenagem ao Dia da Consciência Negra
Por Hamurabi Dias | 21/11/2025 16:45 e atualizado em 21/11/2025
Resumo da notícia
- O Espaço Cultural Marcos Moraes, em Feira de Santana, recebeu apresentações de hip-hop, reggae, samba, música baiana e outros ritmos de origem negra, reunindo ativistas e admiradores da cultura afro-brasileira. A batalha de hip-hop destacou a expressão artística das comunidades marginalizadas, com letras sobre racismo, desigualdade e vida urbana.
- Apresentações de artistas como Gilsam e sua banda, Unidos pelo Samba, Vozes do Reggae, Monte Sião e Nelma Mark animaram o público, que mesmo sob chuva, participou com entusiasmo. O reggae teve forte presença, com sua batida marcante, poesia e representatividade cultural.
- O evento encerrou as celebrações do Dia da Consciência Negra e foi promovido pela Prefeitura, por meio da Secel, com apoio de órgãos municipais como SMT, Secretaria de Saúde e Samu. O secretário de Cultura destacou a relevância da data para o povo preto e o compromisso do município em valorizar a cultura negra.
Batalha de hip-hop, reggae da melhor qualidade, música baiana, samba e outros ritmos tomaram conta do Espaço Cultural Marcos Moraes, na avenida Getúlio Vargas. O show foi em homenagem ao Dia da Consciência Negra, comemorado nesta quinta-feira (20) e reuniu ativistas e admiradores desses ritmos, todos de origem negra.
Várias pessoas do Coletivo da Baixada travaram verdadeiras batalhas rimadas ao som do hip-hop, gênero musical nascido em comunidades marginalizadas que traz para as ruas letras sobre desigualdade, racismo e vida urbana, atraindo principalmente a atenção dos jovens.
O cantor Gilsam, ativista da causa negra, e sua banda levaram o melhor do bom e velho reggae para o espaço cultural. A batida forte do gênero, nascido na Jamaica, com o skank — a marca rítmica da guitarra — e o staccato dos teclados, além da poesia forte e densa, coloca quem o ouve para se movimentar ao ritmo da música.
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Na noite também se apresentaram Unidos pelo Samba, Marcionílio Prado, Vozes do Reggae, Monte Sião e Nelma Mark. A chuva que caiu ao longo das apresentações não representou empecilho para que o público se jogasse ao som do bom e velho reggae, muitos com seus dreads orgulhosamente expostos ao tempo.
O evento encerrou as comemorações relativas ao 20 de novembro. “É uma data que deve ser comemorada porque é muito significativa para o povo preto de todo o país”, disse o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Cristiano Lôbo, que estava acompanhado pelo diretor de Eventos, Naron Vasconcelos.
Ele afirmou que o município não mediu esforços para que as comemorações atendessem às expectativas da comunidade preta de Feira. O evento foi realizado pela Prefeitura, por meio da Secel. As apresentações aconteceram em um trio pranchão estacionado no cruzamento entre a avenida Getúlio Vargas e a rua Barão do Rio Branco.
Trabalharam durante o evento festivo prepostos da SMT (Superintendência Municipal de Trânsito), da Secretaria de Saúde e do SAMU.
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