Ruptura no bloco governista esquenta a sucessão na Bahia
Por Coluna O Jogo e o Tabuleiro | 05/02/2026 15:53 e atualizado em 05/02/2026
Foto: Divulgação
Victor Limeira*
Que depois do carnaval, que nada. Os bastidores da política baiana já estão pegando fogo e, no bloco da chapa governista, o senador Angelo Coronel ficou sem o seu abadá. Crocodilagem das brabas ou o troco do gaguete descarado?
Vem aí o Unidos do Puro Sangue. Ou melhor, puro suco de PT. Em baianês claro: farinha pouca, meu pirão primeiro, e meu cumpadre que lute.
Ainda na concentração, o time de ACM Neto se organiza com os agremiados do bloco. Quem vai com ele pra avenida? A missão é difícil e, pra vencer, vai ser preciso subir o Morro do Gato e fazer um hat-trick contra os três últimos governadores da Bahia.
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Enquanto isso, os dissidentes do governo, ou melhor, a galera da pipoca, já estão colados na corda do negão. Fato é que tem muita gente minimizando a ruptura do “Corona”. E da última vez que os negacionistas fizeram isso, o resultado não foi lá muito animador.
Do outro lado, entre as glórias de hits passados e o cansaço aparente da dança dos caciques, vinte anos depois da queda do carlismo, o bloco de Wagner, Rui e Jerônimo ainda busca a apoteose.
É, meus amigos, que o baiano tem o molho, isso a gente já sabe. Resta saber quem vai botar a galera pra sair do chão na urna. O carnaval político nem começou, mas até a Quarta-feira de Cinzas tudo pode acontecer. Inclusive nada.
*Victor Limeira é jornalista, estrategista político e eleitoral.
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