Sete integrantes da maior rede de tráfico de aves do país são condenados à prisão
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Sete integrantes da maior rede de tráfico de aves do país são condenados à prisão

Sete integrantes da maior rede de tráfico de aves do país são condenados à prisão Foto: Divulgação

Resumo da notícia

  • Sete integrantes da maior rede de tráfico de aves silvestres do país foram condenados após investigação do MPBA.
  • O grupo atuava de forma organizada entre Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com divisão de tarefas e esquema financeiro estruturado.
  • As penas variam de mais de 5 a 18 anos de prisão, por crimes como tráfico de fauna, maus-tratos e lavagem de dinheiro.

Sete integrantes de uma organização criminosa especializada no tráfico interestadual de animais foram condenados à prisão na quinta-feira (22) após denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) em conjunto com as Promotorias de Justiça Regionais Ambientais de Itabuna e Ilhéus.

As penas decorrem da prática de crimes como organização criminosa, tráfico de fauna, maus-tratos, receptação qualificada e lavagem de capitais, apurados no âmbito da operação “Fauna Protegida”, que desarticulou a maior rede de tráfico de aves silvestres do país.

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As penas variam de 18 anos e 25 dias de reclusão até a 5 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão. As investigações do Gaeco revelaram a existência de uma estrutura criminosa sofisticada voltada ao tráfico de animais silvestres entre Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Segundo a denúncia, o grupo operava com divisão rigorosa de tarefas, movimentação financeira relevante e padrões de atuação típicos de uma engrenagem empresarial ilegal. Um dos condenados, apontado como líder, articulava a captura, aquisição e distribuição das aves, coordenando fornecedores e orientando a logística do comércio ilícito. Uma mulher atuava como núcleo financeiro, sendo responsabilizada por transações expressivas. Outros quatro condenados integravam o núcleo de captura e manutenção, enquanto outro membro da rede exercia o papel de redistribuidor em Salvador, garantindo o escoamento dos animais para o comércio clandestino.

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