Sobe para três o número de mortos após queda de avião em Belo Horizonte
Por Yasmin Mota | 05/05/2026 10:30 e atualizado em 05/05/2026
Foto: Reprodução/GloboNews
Resumo da notícia
- O empresário Leonardo Berganholi morreu após a queda de um avião em Belo Horizonte; outras duas mortes foram confirmadas no local.
- A aeronave caiu pouco depois de decolar do Aeroporto da Pampulha, após o piloto relatar problemas técnicos à torre de controle.
- O avião, modelo EMB-721C, não tinha autorização para operar como táxi aéreo e transportava integrantes de um grupo empresarial do setor de tecnologia.
O empresário Leonardo Berganholi, de 50 anos, morreu nesta segunda-feira (4) após não resistir aos ferimentos provocados pela queda de um avião de pequeno porte que atingiu um prédio residencial em Belo Horizonte. A confirmação foi feita pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais.
Outras duas mortes foram registradas no local do acidente: o piloto Wellington Oliveira, de 34 anos, e Fernando Moreira Souto, de 36, filho do prefeito de Jequitinhonha. Já Arthur Schaper Berganholi, de 25 anos, filho do empresário, e Hemerson Cleiton Almeida Souto, de 53, foram socorridos em estado grave e encaminhados ao Hospital João XXIII.
A aeronave havia partido de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, com seis ocupantes. Após pousar no Aeroporto da Pampulha, duas pessoas desembarcaram e um novo passageiro embarcou. Na sequência, o avião decolou novamente com cinco pessoas a bordo, com destino a São Paulo. As vítimas integravam o mesmo grupo empresarial, ligado à área de tecnologia e cartões.
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Pouco depois da decolagem, o piloto informou à torre de controle que enfrentava problemas técnicos. Em seguida, o avião caiu no estacionamento de um edifício residencial.
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil, o modelo da aeronave era um EMB-721C, fabricado em 1979, com capacidade para até cinco passageiros além do piloto. O equipamento não possuía autorização para operar como táxi aéreo, ou seja, não podia realizar transporte comercial remunerado.
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