Vereador de Feira de Santana causa polêmica ao criticar lei que tornou Dia da Consciência Negra feriado
Por Yasmin Mota | 14/11/2025 10:29 e atualizado em 14/11/2025
Foto: Reprodução de vídeo
Resumo da notícia
- O vereador Edvaldo Lima (União Brasil), de Feira de Santana, criticou a lei que tornou o Dia da Consciência Negra feriado nacional, chamando-a de “racista e preconceituosa”.
- Durante sessão na Câmara, Lima — que se declarou pardo nas eleições de 2024 — afirmou que o feriado “seria apenas para os negros” e acusou o governo federal de “dividir a nação”.
- O vereador classificou a medida como “desrespeitosa e irresponsável”, atribuindo a responsabilidade ao Congresso Nacional e à gestão do presidente Lula.
O vereador Edvaldo Lima (União Brasil), de Feira de Santana, criticou duramente a lei que transformou o Dia da Consciência Negra (20 de novembro) em feriado nacional, classificando-a como “racista e preconceituosa”. A medida ocorreu após uma decisão do governo Lula (PT), em 2024.
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Durante sessão na Câmara Municipal na quarta-feira (12) Lima — que se autodeclarou pardo nas eleições de 2024 — afirmou que o feriado “seria apenas para os negros” e acusou a gestão federal de “dividir a nação”.
“Essa lei que o nobre vereador falou é racista. O feriado é só para os negros. Os brancos que se acabem trabalhando. Isso é um desrespeito, uma lei irresponsável feita no Congresso Nacional”, declarou.
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