Vigilância Epidemiológica confirma caso de meningite meningocócica em Feira de Santana
Por Yasmin Mota | 16/12/2025 10:29 e atualizado em 16/12/2025
Foto: Sara Silva - Imagem Ilustrativa
Resumo da notícia
- Vigilância Epidemiológica de Feira de Santana confirmou um caso ativo de meningite meningocócica em uma mulher de 37 anos, internada em estado estável no HGCA.
- Secretaria Municipal de Saúde adotou protocolos sanitários, incluindo quimioprofilaxia em contatos próximos para evitar novos casos.
- Autoridades reforçam a importância da vacinação e da vigilância epidemiológica para conter a disseminação da doença.
A Vigilância Epidemiológica de Feira de Santana confirmou, no domingo (14), um caso ativo de meningite meningocócica no município. A paciente é uma mulher de 37 anos, que está internada no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) e apresenta estado de saúde estável.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), após a notificação do caso, foram adotadas todas as medidas previstas nos protocolos sanitários, incluindo a administração de medicação preventiva em pessoas que tiveram contato próximo com a paciente, com o objetivo de evitar o surgimento de casos secundários da doença.
A confirmação foi realizada pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), a partir da análise do líquor, o líquido cefalorraquidiano coletado da paciente. A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por bactérias, vírus ou fungos. Entre os principais sintomas estão dor de cabeça intensa, febre alta, vômitos, manchas vermelhas na pele, rigidez na nuca, sonolência e convulsões.
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Após a confirmação do caso, a Secretaria Municipal de Saúde adotou imediatamente medidas de vigilância epidemiológica para conter a possível disseminação da doença. Em entrevista ao Jornal Transbrasil, o secretário de Saúde, Rodrigo Matos, explicou que, além da assistência ao paciente, a prioridade é evitar novos casos.
“Num caso como esse, para além da assistência que é necessária, o que a gente busca é evitar que outras pessoas tenham a doença, porque é uma doença potencialmente contagiosa”, afirmou.
Segundo ele, equipes da vigilância epidemiológica estiveram nas casas de pessoas que tiveram contato próximo com o paciente para realizar a quimioprofilaxia, procedimento conhecido como bloqueio epidemiológico. O secretário ressaltou ainda a importância da vacinação e fez um apelo à população: “O SUS faz a sua parte, ampliou a vacina, que agora protege contra quatro tipos de meningite, mas a população precisa fazer a sua parte e levar crianças e adolescentes às unidades de saúde para se vacinar”.
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