Câmara dos Deputados aprova criação do Dia Nacional do Hip-Hop
Por Yasmin Mota | 19/11/2025 06:56 e atualizado em 19/11/2025
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Resumo da notícia
- A Câmara aprovou, em votação simbólica, o PL 5.660/2023 que cria o Dia Nacional do Hip-Hop (11 de agosto) e a Semana de Valorização da Cultura Hip-Hop; o texto segue para o Senado.
- A proposta, anunciada em 2023 no Palácio do Planalto, integra ações do governo para promoção da igualdade racial e foi construída pelo MinC com organizações da sociedade civil.
- O relator Orlando Silva destacou o Hip-Hop como fenômeno cultural transformador, nascido da juventude negra e latina e fortalecido nas periferias brasileiras como instrumento de resistência e afirmação.
A Câmara dos Deputados aprovou, em votação simbólica na última terça-feira (11), o projeto de lei 5.660/2023, enviado pelo governo federal, que institui o Dia Nacional do Hip-Hop e a Semana de Valorização da Cultura Hip-Hop. A proposta, que define 11 de agosto como data oficial, segue agora para análise do Senado.
O PL foi anunciado em novembro de 2023, durante cerimônia no Palácio do Planalto em celebração ao Dia da Consciência Negra. Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou um pacote de ações pela igualdade racial, incluindo o Decreto de Valorização e Fomento à Cultura Hip-Hop e o envio do projeto ao Congresso.
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A iniciativa foi construída pelo Ministério da Cultura (MinC) em parceria com organizações da sociedade civil e a Construção Nacional da Cultura Hip-Hop. Na justificativa enviada ao Congresso, o governo afirma que a criação da data busca fortalecer ações e programas voltados à promoção, difusão e visibilidade da cultura Hip-Hop em todo o país.
Relator do projeto, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) defendeu a aprovação e classificou o Hip-Hop como “um dos fenômenos mais marcantes e transformadores da história contemporânea”. Ele lembrou que o movimento nasceu como resposta da juventude negra e latina à exclusão e ao racismo, e destacou que encontrou “solo fértil” nas periferias brasileiras, onde se tornou ferramenta de denúncia, resistência e afirmação cultural.
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