Corpo de professora baiana assassinada a facadas em Rondônia é cremado; entenda o caso
Polícia

Corpo de professora baiana assassinada a facadas em Rondônia é cremado; entenda o caso

Corpo de professora baiana assassinada a facadas em Rondônia é cremado; entenda o caso Foto: Divulgação

Resumo da notícia

  • Familiares e amigos se despediram da professora e escrivã Juliana Matos de Lima Santiago, de 41 anos, em velório e cremação realizados no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador.
  • Juliana foi assassinada a facadas durante uma aula em uma faculdade particular de Porto Velho (RO); o suspeito, um aluno de 24 anos, foi preso logo após o ataque.
  • O caso é investigado como feminicídio; instituições como a OAB-BA e o Colégio Antônio Vieira repudiaram o crime e destacaram a violência contra a mulher em espaços educacionais.

Familiares e amigos da professora Juliana Matos de Lima Santiago, que foi assassinada a facadas por um aluno em Rondônia, prestaram as últimas homenagens a ela, neste domingo (8), em Salvador.

O velório e a cremação do corpo da baiana aconteceram no Cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Brotas. Abalados, parentes não quiseram falar com a imprensa.

Juliana tinha 41 anos. Ela era escrivã da Polícia Civil (PC) e também atuava como professora de Direito Penal. Foi durante uma aula que ela foi atacada, na noite de sexta-feira (6).

O Crime

O crime aconteceu em uma faculdade particular localizada em Porto Velho. O suspeito, identificado como João Cândido, de 24 anos, foi preso em seguida por outro aluno, que é policial militar.

O corpo da baiana deixou Rondônia no sábado (7), mesmo dia em que uma missa foi realizada no estado em sua memória. Duas instituições baianas também prestaram homenagens nas redes sociais.

✅📲 AQUI A NOTÍCIA CHEGA PRIMEIRO: Seu novo portal de notícias de Feira de Santana e região! Entre no nosso grupo do WhatsApp e receba as principais notícias na palma da mão!

>> Siga o perfil oficial do T Notícias no Instagram para mais informações.

Uma delas é o Colégio Antônio Vieira, escola tradicional de Salvador onde a professora estudou na infância e adolescência. A instituição se solidarizou com familiares e amigos.

Foto: Mariana Barreto/TV Bahia

“Sua partida nos entristece profundamente e reforça a urgência de cuidarmos da vida, das relações e do outro”, diz um trecho do posicionamento.

A outra foi a Ordem dos Advogados Seção Bahia (OBA-BA), que repudiou o crime, destacando o ocorrido como um triste exemplo de violência contra a mulher e também dentro de espaços de ensino.

“A Ordem destaca, ainda, que o assassinato da professora Juliana se insere em um contexto alarmante de feminicídios e outras violências letais contra mulheres, que seguem vitimando brasileiras em razão de seu gênero, em diferentes espaços e circunstâncias”, destaca a nota.

Investigação
E é como feminicídio que o crime é investigado, segundo a polícia. Em depoimento, João afirmou que manteve um relacionamento com a professora por cerca de três meses.

Acompanhe nas redes sociais: Band FMJovem Pan FM e TransBrasil FM. Também estamos presentes no grupo do WhatsApp.

* Os comentários não representam a opinião do veículo de comunicação; a responsabilidade é do autor da mensagem.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor, recarregue a página.

Transbrasil Feira  - 99.5 FM Ouça a Rádio
Departamento do Ouvinte Podcast
No ar
Programação