Em aeroporto, Receita Federal apreende frascos de substância usada em canetas emagrecedoras
Por Hamurabi Dias | 28/11/2025 16:00 e atualizado em 28/11/2025
Foto: Divulgação/Receita Federal
Resumo da notícia
- Receita Federal encontrou 276 frascos de tirzepatida escondidos dentro de uma panela elétrica no Aeroporto de Foz do Iguaçu. A carga seguia para Aracaju (SE) e ninguém foi preso.
- A Anvisa proibiu a venda, transporte e uso da substância por risco de falsificação, armazenamento inadequado e falta de acompanhamento médico. O envio sem pagamento de impostos também é crime.
- A Receita reforçou que fiscaliza aeroportos para evitar práticas ilegais, proteger a sociedade e garantir que apenas produtos seguros cheguem ao mercado.
Na última segunda-feira (24), servidores da Receita Federal localizaram uma carga irregular enviada por transporte aéreo no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu. Durante fiscalização de rotina no setor de encomendas, foram encontrados 276 frascos de tirzepatida TG 15 (0,5 ml) ocultos dentro de uma panela elétrica.
A mercadoria tinha como destino a cidade de Aracaju, em Sergipe, e estava sendo enviada como carga aérea. Ninguém foi preso.
Conforme a Resolução-RE nº 4.641, de 18 de novembro de 2025, publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), está proibida a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e transporte do produto, em todo o território nacional. As restrições ocorrem principalmente devido ao risco de falsificações, ao armazenamento inadequado e à ausência de acompanhamento médico. Além disso, o envio de medicamentos sem o devido recolhimento de tributos caracteriza crime de descaminho e viola normas sanitárias.
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As restrições ocorrem principalmente devido ao risco de falsificações, ao armazenamento inadequado e à ausência de acompanhamento médico. Além disso, o envio de medicamentos sem o devido recolhimento de tributos caracteriza crime de descaminho e viola normas sanitárias.
A Receita Federal reforça que atua continuamente no controle da entrada e saída de cargas no país, combatendo práticas ilícitas, prevenindo crimes transfronteiriços e protegendo a sociedade brasileira. A instituição destaca ainda que o trabalho de fiscalização em aeroportos é essencial para impedir que produtos irregulares abasteçam o mercado interno, fortalecendo o comércio lícito e garantindo mais segurança para a população.
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